Professor de tênis morto após 3 meses internado será velado na terça
Júlio Cesar, conhecido como Cesinha, morreu aos 46 anos, após ser diagnosticado com uma doença rara enquanto estava com a esposa em Paris

O corpo do professor e instrutor de tênis Júlio Cesar, conhecido como Cesinha, será velado nesta terça-feira (11/8), das 13h às 15h. O sepultamento está previsto para as 15h30, no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul (DF).
Cesinha morreu nesse sábado (8/8), após quase três meses internado devido a uma doença autoimune rara. Ele estava hospitalizado desde 23 de maio, quando recebeu o diagnóstico durante uma viagem a Paris, onde acompanhava o torneio de tênis de Roland Garros.
“É com profundo pesar e com o coração entristecido que comunicamos e o falecimento de Júlio César dos Santos Rocha”, disse a nota de pesar compartilhada pela família nas redes.
Cesinha retornou ao Brasil em 21 de julho graças à mobilização de familiares, amigos e desconhecidos, que contribuíram com doações via Pix, vaquinhas virtuais, torneios beneficentes e rifas.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF“Isso é muito maravilhoso, poder olhar e falar, estamos no nosso Brasil, estamos com quem nos conhece, com quem nos ama, com quem está torcendo, com quem está lutando junto com a gente por essa causa”, afirmou.
A família buscava um leito no Brasil para dar continuidade ao tratamento. A transferência foi viabilizada após articulação com a equipe médica do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, onde Júlio estava internado.
Viagem do casal
O casal havia viajado para acompanhar um torneio de Roland Garros e celebrar 20 anos de casamento. No segundo dia de viagem, Júlio passou muito mal e precisou ser internado. Após exames, ele foi diagnosticado com dermatomiosite.
Segundo a família, um dos pulmões de Júlio já não funciona adequadamente, enquanto o outro está seriamente comprometido pela doença. Ele precisa de suporte para respirar e tem passado por sessões de hemodiálise.
“Ele passou mal e foi internado. A partir daí descobriram uma doença autoimune. Os anticorpos atacam o próprio corpo dele, atingindo os pulmões”, relatou Leilza.





