Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Por matar amigo e pôr fogo em cadáver, homem é condenado a prisão no DF

Acusado matou vítima com golpes de enxada e martelo, em 2018. Ele deve cumprir pena de 15 anos e não poderá recorrer em liberdade

05/08/2021 20:26
Compartilhar notícia
Rafaela Felicciano/Metrópoles
TJDFT

O Tribunal do Júri de São Sebastião condenou a 15 anos e dois meses de reclusão o réu Leonam de Jesus, acusado de matar e destruir o corpo de Valton Gonçalves de Macedo, em novembro de 2018, no assentamento Grito da Terra, em São Sebastião.

A sessão de julgamento ocorreu em 3 de agosto. Segundo a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o réu aproximou-se da vítima enquanto ela capinava seu terreno e acertou uma pedrada na cabeça.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Em seguida, Leonam levou Valton até seu barraco, onde passou a agredi-lo com golpes de enxada e martelo até a morte. Depois, o acusado voltou ao local do crime e carbonizou o corpo.

Para o Ministério Público, o homicídio foi cometido com o emprego de meio cruel que causaram à vítima sofrimento físico excessivo e desnecessário. O entendimento da promotoria foi acolhido pelo conselho de sentença.

A pena de reclusão foi fixada em regime inicial fechado e o réu não poderá recorrer em liberdade. De acordo com o magistrado, “o acusado era considerado amigo da vítima, como reconheceu em plenário, e ainda assim praticou tão horrendo crime”.

Para o juiz, “indubitavelmente, o crime de homicídio praticado por aquele que é considerado amigo deve ser valorado de maneira mais grave, dada a quebra da lealdade e confiança esperadas”.

Por matar amigo e pôr fogo em cadáver, homem é condenado a prisão no DF - destaque galeria
2 imagens
DF foi condenado em primeira instância
Por matar amigo e pôr fogo em cadáver, homem é condenado a prisão no DF - imagem 1
1 de 2

Reprodução
DF foi condenado em primeira instância
2 de 2

DF foi condenado em primeira instância

Rafaela Felicciano/Metrópoles