Rollemberg rebate Rosso: “Cada dia fica mais claro o despreparo”

O candidato à reeleição afirmou que as propostas do programa de governo do PSD são “demagógicas, irresponsáveis e irrealizáveis”

atualizado 07/09/2018 19:10

Matheus Venzi/Metrópoles

Em caminhada no Deck Sul, na orla do Lago Paranoá, na tarde desta sexta-feira (7), Rodrigo Rollemberg (PSB) respondeu às críticas feitas, mais cedo, por Rogério Rosso (PSD) contra a sua gestão no Governo do Distrito Federal. “Cada dia fica mais claro o despreparo do candidato. Suas propostas são demagógicas, irresponsáveis e irrealizáveis. [A atitude] demonstra que ele não tem argumentos concretos para melhorar a cidade”, declarou o governador.

Em encontro com líderes religiosos, na manhã desta sexta, Rosso voltou a alfinetar o concorrente na disputa pelo Palácio do Buriti. “Eu vejo as propagandas eleitorais de alguns candidatos e eles mostram um Distrito Federal que não conheço. A saúde está em estado de calamidade. Se você for agora ao Hospital do Gama não vai conseguir ser atendido. Está falido, repito, falido”, disse o deputado federal.

Durante a campanha no Deck Sul, Rollemberg voltou a falar sobre suas propostas para uma possível nova gestão e explicou os próximos passos do projeto Orla Livre. “Temos que democratizar cada vez mais o acesso ao Lago Paranoá, melhorando as linhas de ônibus, infraestrutura e segurança da região”, disse o socialista ao lado de seu vice, Eduardo Brandão (PV), do presidente da Novacap, Júlio Menegotto, e do diretor-geral do DFTrans, Marcos de Andrade.

Alguns populares e cabos eleitorais de candidatos a distritais da chapa acompanharam a agenda desta tarde. Rollemberg conversou com frequentadores do parque inaugurado pela atual gestão e chegou a berber da cerveja oferecida por um banhista.

Bolsonaro
O governador comentou sobre o atentado cometido na quinta-feira (6), em Juiz de Fora (MG), contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL): “Foi um ato repugnante, a disputa tem que ser no campo das ideias. Temos que acabar com o radicalismo e a intolerância que ameaçam a democracia”. Questionado, ele disse que o episódio não provocará mudanças no seu esquema de segurança.

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