Fusão de pastas: Ibaneis criará “supersecretaria” de Justiça

O governador eleito disse que o órgão abrigará as áreas de Cidadania, Direitos Humanos, Idoso e Criança

atualizado

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Governador eleito Ibaneis Rocha. Brasília(DF), 29/11/2018
1 de 1 Governador eleito Ibaneis Rocha. Brasília(DF), 29/11/2018 - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Seguindo os passos do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) – que criou um superministério da Justiça –, o futuro chefe do Palácio do Buriti, Ibaneis Rocha (MDB), repetirá o modelo no Distrito Federal. A pasta, que será chefiada por Gustavo Rocha, ministro dos Direitos Humanos e subchefe da Casa Civil da Presidência da República, abrigará Justiça, Cidadania, Direitos Humanos, Idoso e Criança. 

O governador eleito decidiu fazer a fusão por acreditar que existia um “sombreamento” em relação à área de Cidadania. “É melhor acabar e juntar tudo”, disse Ibaneis, na quarta-feira (27/12), ao Metrópoles.  A futura estrutura se parece com a atual Secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh), criada por Rodrigo Rollemberg (PSB).  

Inicialmente, Cidadania seria uma secretaria independente, comandada pelo advogado Everardo Gueiros, mas a ideia foi descartada dias depois. O ex-desembargador do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) ficará à frente da pasta de Projetos Especiais.

No novo cargo, Gueiros será responsável por todas as parcerias público-privadas (PPPs) e pelos projetos estratégicos do GDF. O órgão também ficará responsável pelo Na Hora. Ele pretende modernizar todo o sistema da área.

Ibaneis também havia afirmado que, por precisar “de uma atenção especial, assim como a pasta da mulher”, a Secretaria do Idoso seria à parte. “Quando eu era presidente da Ordem [dos Advogados do Brasil] (OAB-DF), o número de atendimentos de casos de idosos era muito grande”, assinalou.

A pasta foi criada no governo de Agnelo Queiroz (PT). No primeiro mês de mandato, Rollemberg extinguiu o órgão e o transformou em uma Secretaria Adjunta da Sedestmidh.

Logo após ser eleito, o emedebista afirmou que “preferia 50 secretarias com quadros reduzidos a ter 15 com muita gente e sem ninguém saber quem é que manda”.

Na ocasião, Ibaneis salientou que queria “pessoas para as quais eu possa ligar e que apresentem resultados. Vou reduzir o quadro, principalmente de comissionados. Quero fazer uma gestão na qual eu saiba quem estou cobrando, e quero resultados. Delegar e cobrar é o que mais aprendi na minha vida”.

Atualmente, com as definições do governo de transição, Ibaneis está com 26 secretarias – quatro a mais do que a gestão Rollemberg.

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