Polícia Civil encontrou medicamentos e uniformes com policial fake

O homem foi preso preventivamente no sábado (14/3) após dopar e estuprar uma jovem em Águas Claras

atualizado

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Material cedido ao Metrópoles
policial fake André Luiz Alves da Fonseca
1 de 1 policial fake André Luiz Alves da Fonseca - Foto: Material cedido ao Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreendeu, no apartamento e no veículo do policial fake André Luiz Alves da Fonseca, 41 anos, medicamentos e uniformes de advogado-chefe e da equipe do Batalhão Choque Bravo. A busca ocorreu após a prisão preventiva do homem.

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Dentro do carro foram encontrados uniformes
Medicamentos também foram localizados na casa e no veículo do suspeito
Ele usava os uniformes para se passar por policial
Na manhã de sábado, a polícia fez apreensões no veículo do suspeito
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Na manhã de sábado, a polícia fez apreensões no veículo do suspeito

PCDF/Reprodução
Dentro do carro foram encontrados uniformes
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Dentro do carro foram encontrados uniformes

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Medicamentos também foram localizados na casa e no veículo do suspeito
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Medicamentos também foram localizados na casa e no veículo do suspeito

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Ele usava os uniformes para se passar por policial
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Ele usava os uniformes para se passar por policial

PCDF/Reprodução

Os itens foram localizados nas diligências na manhã de sábado (14/3) dos policiais da 21ª Delegacia de Polícia, responsável pelo caso.

A polícia ainda localizou malas dentro do carro, demonstrando a intenção de fuga do suspeito, que, antes de ser detido, estava com um amigo tentando deixar o local. O colega do policial fake também foi conduzido à polícia, onde foi autuado pelo crime de favorecimento pessoal.

Segundo a PCDF, as roupas eram utilizadas pelo homem para se passar por policial. Ele já havia sido preso por intimidar e soltar bombas no condomínio onde mora em Águas Claras. Já os remédios, a suspeita é de que tenham sido usados para dopar a jovem de 23 anos que ele estuprou na terça-feira (10/3).

Entenda o caso

Segundo as investigações, o homem se apresentava como delegado de polícia e prometia ajudar mulheres a conseguir trabalho. O estupro contra a jovem ocorreu na noite de terça-feira (10/3), em uma lanchonete de Águas Claras. Após ingerir uma bebida oferecida pelo suspeito, a vítima começou a se sentir grogue e perdeu a consciência.

A jovem conta que passou mais de 24 horas dopada dentro da casa do suspeito. Ela afirma que só acordou no dia seguinte, quarta-feira (11/3), completamente nua, na cama do investigado, que estava apenas de cueca. Ainda desorientada e cambaleando, ela conseguiu se vestir e fugir do local.

Em estado de choque, entrou em um carro de aplicativo. Ao perceber o estado da passageira, o motorista decidiu levá-la diretamente para a 17ª Delegacia de Polícia de Taguatinga Norte, onde o caso foi registrado. Ela foi submetida a exame de corpo de delito e recebeu atendimento médico. O caso foi encaminhado para a 21ª Delegacia de Polícia de Taguatinga Sul.

Apesar de se apresentar como policial, o homem é, na realidade, advogado com inscrição ativa na Ordem dos Advogados do Brasil – seccional do Distrito Federal (OAB-DF).

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