Nomofobia? Distritais debatem projeto para combater vício em celular no DF
Câmara Legislativa vai discutir projeto para proteger a população, especialmente as crianças, da dependência da tecnologia
atualizado
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Nomofobia é uma palavra incomum, seja nas ruas ou nos chats. É uma expressão nova para descrever o medo de uma pessoa ficar sem contato com outras, pelo celular. Nessa quarta-feira (19/8), o combate ao vício em aparelhos de telefonia móvel entrou em debate da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
A expressão é derivada da inglesa no mobile. O vice-presidente da CLDF, deputado distrital Rodrigo Delmasso (Republicanos) apresentou projeto de lei para combater a nomofobia entre os brasilienses.
“Esse termo não foi reconhecido pela comunidade médica. Mas tem sido utilizado e estudado desde 2008 para descrever o comportamento de dependência e sentimento de angústia e de ansiedade que algumas pessoas demonstram quando não têm um aparelho celular ou qualquer outro meio tecnológico por perto”, comentou Delmasso.
Veja a fala do distrital:
Do ponto de vista do parlamentar, atualmente as crianças têm utilizado equipamentos eletrônicos para diversão, muitas vezes sem limites. Prática crescente, inclusive, com o home office e ensino on-line durante a pandemia da Covid-19.
Segundo Delmasso, o projeto estabelece diretrizes para evitar que jovens e adolescentes sofram problemas sociais e de saúde decorrentes do vício no celular e na dependência tecnológica.
Veja o projeto na integra:
Pl – Campanha Combate Nomofobia – Sei_00001_00027195_2020_69 by Metropoles on Scribd
A proposta prevê a realização de campanhas educativas e a montagem de grupos de trabalho para ações de diagnóstico, tratamento e projetos conjuntos entre diversos órgãos do governo.
Segundo Delmasso, o Brasil tem 8 milhões de pessoas viciadas em internet. Desse total, 20% são dependentes das telas dos celulares.






