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Vítima diz que homem a estuprou a mando de facção por causa de traição

Ameaçada de morte, a mulher conseguiu escapar do apartamento e denunciar o caso à polícia, que foi até o local e encontrou uma arma

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1 de 1 geovane-vieira - Foto: Imagem cedida ao Metrópoles

A mulher que foi mantida refém por sete horas e estuprada em um apartamento em Brazlândia (DF), na segunda-feira (9/2), afirmou à polícia que o criminoso dizia a todo instante estar cumprindo uma missão da facção criminosa Comboio do Cão (CDC).

Segundo o estuprador disse à vítima, o crime seria retaliação por causa de uma suposta traição do irmão dela.

Identificado como Geovane Vieira Campos, de 40 anos (foto em destaque), o estuprador atraiu a mulher oferecendo um serviço por R$ 200 e a estuprou .

 

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Momento da entrada dos policiais
PMs e agentes vão até o apartamento onde mulher foi mantida em cárcere
Arma apreendida
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Arma apreendida

Reprodução / PMDF
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Momento da entrada dos policiais

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PMs e agentes vão até o apartamento onde mulher foi mantida em cárcere
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PMs e agentes vão até o apartamento onde mulher foi mantida em cárcere

Reprodução / PMDF

Veja o momento em que a polícia entra no apartamento:


Mais detalhes:

  • O crime foi cometido nessa segunda-feira (9/2) e é apurado como sequestro e estupro.
  • Ameaçada de morte, ela conseguiu escapar do apartamento e denunciar o caso à polícia. Geovane fugiu, mas deixou a pistola que usou para ameaçar a vítima.
  • De acordo com a Polícia Militar, a vítima conseguiu fugir e foi à 18ª Delegacia de Polícia para pedir socorro.
  • Os agentes e os militares do Grupo Tático Operacional (Gtop 26) foram até o endereço indicado pela mulher.
  • A mulher foi levada para o Instituto de Medicina Legal (IML), onde passou por exame de corpo de delito.

Ameaças com facas, simulacro e seringa

As investigações apontam que Geovane atraiu a vítima até seu apartamento, sob o pretexto de oferecer R$ 200 para um suposto serviço remunerado.

A vítima conhecia o investigado por intermédio de uma amiga e, motivada por necessidade financeira, aceitou o convite e foi até a casa dele.

No local, ela foi impedida de sair e mantida em cárcere por cerca de sete horas, período em que sofreu violência sexual reiterada e ameaças constantes.

Geovane usou um simulacro de arma de fogo — visualmente semelhante a uma pistola real —, além de facas e uma seringa com conteúdo desconhecido, para intimidá-la e controlá-la.

Em determinado momento, ela percebeu que a porta estava destrancada, conseguiu fugir e buscou auxílio com moradores vizinhos. O investigado ainda a perseguiu em via pública, enquanto corria para casa, mas cessou a perseguição logo depois.

Perícia e antecedentes criminais

O apartamento foi preservado para perícia criminal, na qual foram coletados vestígios e materiais biológicos aptos a comprovar a materialidade dos crimes.

Geovane tem antecedentes por crimes graves, como estupro, latrocínio, ocultação de cadáver e violência doméstica.

A Polícia Civil do Distrito Federal já pediu a prisão preventiva e aguarda decisão do TJDFT. Os policiais prosseguem nas investigações para localizar o suspeito.

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