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Na Mira

Traficantes são presos com super "meleca de maconha" em Goiânia

Cada grama do entorpecente custa aproximadamente R$ 250, o que acaba sendo consumido por pessoas com alto poder aquisitivo

10/04/2024 07:30, atualizado 10/04/2024 08:08
PCGO/Divulgação
Polícia Civil prende dois jovens em condomínio de Goiânia por tráfico da droga “shatter”

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu em flagrante, na segunda-feira (8/4), dois jovens por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Segundo a corporação, os suspeitos estavam comercializando substância entorpecente conhecida como “shatter” ou “meleca de maconha” – um novo tipo de extração da cannabis que pode ser 70 vezes mais forte que a maconha por causa de sua alta concentração de THC, que pode chegar a mais de 80%.

O flagrante ocorreu em um praça de um condomínio horizontal, em Goiânia. Um deles também foi autuado por ter em depósito produtos de limpeza com procedência ignorada.

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Cada grama do entorpecente custa aproximadamente R$ 250, o que acaba sendo consumido por pessoas com alto poder aquisitivo.

Investigações apontam que um dos presos seria responsável pela fabricação, tanto dos entorpecentes quanto dos produtos de limpeza. O outro teria a incumbência de entregar as drogas.

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Na casa dos dois, os investigadores encontraram, ainda, balança de precisão, haxixe e mais “meleca de maconha” embalada e pronta para a venda. Ambos foram conduzidos à Central de Flagrantes, onde foi lavrado o auto de prisão.