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Saiba quem é o líder do CV preso na praia bebendo com os amigos

Abordado pelos policiais, o líder do CV tentou enganá-los usando o nome de “Vítor Hugo Fernandes”, mas depois confessou ser o criminoso

atualizado

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Reprodução / Redes sociais
Líder do CV preso em praia, no Rio de Janeiro
1 de 1 Líder do CV preso em praia, no Rio de Janeiro - Foto: Reprodução / Redes sociais

O líder da facção Comando Vermelho no Mato Grosso que foi preso enquanto curtia uma praia em Niterói (RJ) com os amigos e bebendo uísque é Ederson Xavier de Lima, conhecido como Boré, de 43 anos (foto em destaque). A captura foi realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) na tarde de domingo (28/9).

“Rapaziada, perdeu!”

À paisana, os policiais abordaram o criminoso, que estava de short preto e boné vermelho, tomando whisky na areia da praia, na companhia de outros três homens. “Rapaziada, perdeu. Todo mundo com a mão na cabeça, polícia”, alertaram os policiais.

Ederson demora a reagir ao enquadro e um dos policiais aumenta o tom e dá um leve chute no homem que aparenta se assustar com a abordagem: “Mão na cabeça, ‘cumpadi’. Não está ouvindo não?”, reforça um dos policiais.

Os policiais pedem o documento de identificação dos quatro homens e fazem revista nos objetos em cima da mesa na praia. Os homens voltam a ouvir um alerta de um dos policiais sobre a postura: “Enche a porra da mão na cabeça”, diz um dos policiais civis.

Veja o momento da prisão: 


Quem é o Boré:

  • O criminoso estava com um mandado de prisão em aberto contra o criminoso, natural de Cuiabá, que foi condenado a 18 anos de prisão por tráfico de drogas.
  • Além de tráfico, Ederson acumulava um histórico pesado de crimes, entre eles receptação, extorsão e organização criminosa.
  • Após troca de informações com a Polícia Civil do Mato Grosso (PCMT), os agentes da 1ª DP (Praça Mauá) montaram uma operação para prender Boré.
  • Ao ser abordado pelos policiais, Boré tentou enganá-los apresentando o nome de “Vítor Hugo Fernandes”, mas depois confessou ser o criminoso procurado pela Justiça.

A ação da Polícia Civil visa coibir que o Rio de Janeiro seja usado como esconderijo de foragidos de outros estados.

O líder do Comando Vermelho ficará à disposição da Justiça e também foi autuado por apresentar identidade falsa durante a abordagem da PCERJ.

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