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Prefeitura decreta luto após secretário atirar na cabeça de filhos. Veja vídeo
Horas antes de atirar nos dois filhos, o pai postou um vídeo nas redes sociais dizendo: “Que Deus abençoe sempre meus filhos”
atualizado
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A Prefeitura de Itumbiara (GO) decretou luto oficial de três dias após o secretário municipal de Governo, Thales Machado, matar um dos filhos, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, com um tiro na cabeça e se suicidar em seguida.
Vídeo postado antes do crime:
Genro do prefeito, Dione Araújo, Thales também baleou o caçula, de 8 anos. Inicialmente, a Polícia Civil havia informado que o menino de 8 anos havia morrido. Mas durante a tarde, a informação foi retificada. O filho mais novo de Thales Machado seguia internado em estado grave na tarde desta quinta.
A Prefeitura da cidade alega, porém, que o menino segue internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do centro médico.
Horas antes do crime, Thales publicou um vídeo nas redes sociais dizendo: “Que Deus abençoe sempre meus filhos. Papai ama muito”.
Thales Machado era secretário da prefeitura e, com mais de 14 mil seguidores, parecia ser o braço direito de Dione Araújo. No Instagram, os dois aparecem juntos em diversos eventos oficiais.

Entenda o caso:
- A motivação ainda não foi divulgada, mas, em uma carta escrita por Thales Machado, ele menciona o relacionamento com a filha do prefeito, Dione Araújo.
- Ele relata o fim da relação e uma suposta traição, situação que será apurada pelas autoridades policiais.
- A Polícia Militar de Goiás foi acionada para atender à ocorrência. A equipe fez o isolamento da área até a chegada das demais autoridades.
- O filho mais velho, de 12 anos, Miguel Araújo Machado – foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos.
- O menino de 8 anos passou por cirurgia e foi internado em estado gravíssimo no Hospital Estadual de Itumbiara.
Imagens:
A Polícia Civil informou que instaurou procedimento para apurar o caso, e as investigações estão em andamento.
A coluna Na Mira tenta localizar defesa dos envolvidos. O espaço segue aberto para posicionamentos.












