Na Mira

PCDF prende golpista que vendia CNHs, identidades e CPFs por R$ 3 mil

A polícia também apreendeu caderno com anotações e listas de encomendas, o que permitirá identificar os compradores dos documentos ilegais

atualizado

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Identidades
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Policiais civis da Seção de Investigações Gerais da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) deflagraram nesta quinta-feira (16/10) a Operação Identidade Sombria. A ação resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e prisão preventiva contra um conhecido falsificador de documentos, localizado em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

De acordo com a Polícia Civil, o falsário vendia cada documento, entre CNHs, identidades e CPFs, por cerca de R$ 3 mil. Também foi encontrado um caderno com anotações e listas de encomendas, o que permitirá identificar e investigar os compradores dos documentos ilegais.

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Operação da 6ª DP
Buscas na casa do estelionatário
Identidades falsificadas
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Buscas na casa do estelionatário
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Buscas na casa do estelionatário

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O golpe

As investigações começaram após a prisão em flagrante de um homem que utilizava uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsificada. A partir desse caso, a equipe da 6ª DP rastreou a origem do documento e chegou até o fornecedor, um falsário de alta periculosidade conhecido pelo apelido de “Carioca”.

Na casa do investigado, os policiais apreenderam dezenas de “espelhos” em branco de CNHs, carteiras de identidade, CPFs, além de equipamentos usados na falsificação documental, como papel moeda, impressoras a laser de alta resolução e um HD com dezenas de matrizes em Corel Draw utilizadas na criação de diferentes tipos de documentos.


As medidas judiciais:

  • O homem já respondia a quatro processos no Rio de Janeiro e um no Distrito Federal, todos pelos crimes de falsificação de documentos e estelionato.
  • Por estar foragido, o processo em andamento no DF estava suspenso.
  • O criminoso utilizava documentos falsos para se esconder das autoridades e morava em Águas Lindas como forma de escapar da Justiça.
  • Com a apreensão de dezenas de documentos adulterados, o falsário responderá individualmente por cada falsificação, o que pode ampliar significativamente sua pena.

A 6ª DP alerta que usar documentos falsos é crime, mesmo que eles não tenham sido utilizados para aplicar golpes. As pessoas que compraram ou fizeram uso desses documentos também serão identificadas e responsabilizadas criminalmente.

“A falsificação de documentos é uma das engrenagens do crime organizado. É fundamental combater quem lucra com a destruição da confiança nas instituições públicas”, destacou a Polícia Civil em nota.

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