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Ostentação, viagens: professora deu prejuízo de R$ 8 mil a colegas

Além das roupas e maquiagens, outras testemunhas disseram que Thallyta até pagou a mensalidade da academia usando um dos cartões furtados

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Professora causou prejuízo acima dos R$ 8 mil
1 de 1 Professora causou prejuízo acima dos R$ 8 mil - Foto: Imagem cedida ao Metrópoles

A professora temporária do Distrito Federal que foi presa por furtar dados de cartões de crédito de colegas causou prejuízo superior a R$ 8 mil a nove vítimas. O valor foi computado pela vice-diretora da Escola Classe na 308 Sul, Andreia Poley de Souza, de 51 anos.

Thallyta Silva Almeida (foto em destaque), de 29 anos, foi afastada do cargo pela Secretária de Educação do DF (SEEDF). Ela chegou a ser presa, mas pagou fiança de R$ 3 mil e foi liberada da delegacia.

Após ser presa duas vezes, foi constatado que Thallyta tinha uma obsessão por algumas marcas especificas.

  • Live.
  • Under Armour.
  • Amor de Peça.
  • Froz.
  • Farm.
  • Adidas.
  • Acessórios da Gocase.
  • Maquiagens da Boca Rosa.
  • Maquiagens da Virgínia – Wepink.

Além das roupas e maquiagens, outras testemunhas disseram que Thallyta até pagou a mensalidade da academia usando um dos cartões furtados.


Entenda o caso

  • Thallyta foi presa nessa segunda-feira (23/6) e solta após pagar uma fiança.
  • Com a mulher, os investigadores da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) apreenderam um iPhone 13, uma garrafa térmica, roupas de diversas marcas e uma bolsa de academia.
  • Os agentes descobriram que ela se aproveitava do descuido das vítimas para retirar cartões de crédito das bolsas delas e fotografá-los.
  • Em posse das informações, a professora fazia compras pela internet.
  • Em 2024, ela foi presa por policiais civis da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro) pelo mesmo crime, quando estagiava em órgãos do governo federal.
  • Em fevereiro do ano passado, quando cometeu crimes semelhantes contra quatro vítimas, Thallyta fez compras em lojas da Asa Norte e em sites.

“Dublê de rica”

A educadora atuava como uma “dublê de rica”, já que tentava aparentar uma condição financeira superior à que realmente possui, exibindo bens ou comportamentos que sugerem riqueza. Nas redes sociais, a educadora diz que é historiadora e pedagoga da Universidade de Brasília (UnB).

Nas publicações ela ostenta viagens internacionais e uma rotina de treinos com roupas financiadas pelas fraudes cometidas por ela.

Veja:

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Viagem para Natal
Thallyta Silva Almeida, de 29 anos
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Viagem para o Chile
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Thallyta Silva Almeida, de 29 anos
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Outra viagem
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