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Professora que furtou cartões de colegas é liberada após pagar fiança

Professora temporária, Thallyta Silva Almeida foi presa pelo mesmo crime no ano passado e, à época, também pagou fiança e acabou liberada

atualizado

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Reprodução / Redes Sociais
Thallyta da Silva de Almeida
1 de 1 Thallyta da Silva de Almeida - Foto: Reprodução / Redes Sociais

A professora temporária Thallyta Silva Almeida (foto em destaque), 29 anos, presa em flagrante por furto mediante fraude, acabou liberada na noite dessa segunda-feira (23/6), após pagar fiança de R$ 3 mil.

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Professora presa por furto mediante fraude em 25 de junho
Thallyta da Silva de Almeida
Em 2024, ela usou cartões de crédito de colegas do governo para comprar roupas fitness
Thallyta da Silva de Almeida, 29 anos.
Thallyta da Silva de Almeida
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Professora presa por furto mediante fraude em 25 de junho
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Professora presa por furto mediante fraude em 25 de junho

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Thallyta da Silva de Almeida

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Em 2024, ela usou cartões de crédito de colegas do governo para comprar roupas fitness
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Em 2024, ela usou cartões de crédito de colegas do governo para comprar roupas fitness

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Thallyta da Silva de Almeida, 29 anos.
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Thallyta da Silva de Almeida, 29 anos.

Reprodução
Thallyta da Silva de Almeida
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Thallyta da Silva de Almeida

A educadora, que trabalhava na Escola Classe (EC) 308 Sul, é investigada por fotografar cartões de crédito de colegas de trabalho e usar indevidamente as informações deles para fazer compras em sites.

Em 2024, ela foi presa pelo mesmo crime, quando estagiava em órgãos do governo federal.

Veja imagens do crime:


Entenda o caso

  • O crime é investigado pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul). Com Thallyta, os policiais apreenderam um iPhone 13, uma garrafa térmica e uma bolsa de academia.
  • Os investigadores descobriram que ela se aproveitava do descuido das vítimas para retirar cartões de crédito das bolsas delas e fotografá-los.
  • Em posse das informações bancárias dos colegas, a professora fazia compras na internet.
  • No ano passado, quando cometeu crimes semelhantes contra quatro vítimas, Thallyta fez compras em lojas da Asa Norte e em sites.
  • Os denunciantes perceberam que tiveram cartões de crédito usados em estabelecimentos como Live, Under Armour e Amor de Peça.
  • Posteriormente, as vítimas perceberam que a então estagiária havia postado fotos nas mídias sociais com várias peças de roupas dessas marcas.
  • Com os endereços de entrega das mercadorias, os investigadores descobriram que todos os produtos haviam sido encaminhados para Santa Maria, onde Thallyta morava.
  • Com a comprovação da autoria do crime, as vítimas foram orientadas a informar qualquer nova tentativa de compra ilícita, para que a investigada fosse presa em flagrante.
  • Assim que uma das vítimas percebeu uma tentativa de compra em um site, no valor de R$ 946,14, ela denunciou a situação à polícia.
  • Thallyta foi presa e levada à 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro), onde confessou o crime. No celular dela, os investigadores encontraram as fotos dos cartões de crédito das vítimas.
  • Na casa dela, os policiais apreenderam as peças de roupas, que foram devolvidas para as lojas. Depois, prenderam Thallyta por tentativa de estelionato.
  • Contudo, ela acabou liberada, após pagar fiança de R$ 1.412.

Por meio de nota, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) informou que, assim que recebeu informações sobre o caso, a pasta adotou as providências necessárias.

“A docente teve o vínculo encerrado imediatamente após a prisão, conforme previsto nos procedimentos administrativos aplicáveis a esse tipo de situação. O caso é acompanhado pela pasta, que permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar com o que for preciso”, concluiu a SEEDF.

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