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Ladrão de joias Abajur morre em tiroteio e irmão ligado ao PCC é preso. Veja vídeo
Os dois irmãos faccionados são investigados pela participação no roubo de mais de R$ 1,2 milhão em joias em Londrina (PR)
atualizado
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Um ladrão de joias identificado como Fabrício Madson da Luz, conhecido como “Abajur”, integrante da facção criminosa Amigos do Estado (ADE), morreu após trocar tiros com policiais militares em Taguatinga (DF), na tarde dessa terça-feira (10/3).
Vídeo das prisões e apreensões:
Durante operação deflagrada pela Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Águas Lindas (GO), um irmão de Fabrício foi preso. Fagner da Luz Santos é apontado como membro da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo as investigações, a dupla é investigada pela participação no roubo de mais de R$ 1,2 milhão em joias.
Imagens:
Fagner foi capturado após a emissão de mandado de prisão, junto com outro comparsa, Maicon Venicios Espanhol. As prisões ocorreram em Santo Antônio do Descoberto (GO) e Água Quente (DF).
De acordo com as forças de segurança, o grupo integra uma das maiores organizações criminosas especializadas em ataques a joalherias.
Mais detalhes:
- Segundo a PMGO, as equipes receberam informações da Polícia Civil do Paraná sobre suspeitos envolvidos em um furto a uma joalheria em Londrina (PR).
- Fagner foi localizado em Água Quente, no DF. Em seguida, os policiais seguiram para Taguatinga, onde Fabrício estaria escondido.
- Ao perceber a aproximação da polícia, Fabrício tentou fugir em uma motocicleta.
- De acordo com a corporação, ele desobedeceu à ordem de parada e abriu fogo contra os policiais, que reagiram.
- Durante a fuga, o suspeito tentou se esconder em uma área de obras, mas acabou cercado.
- Ainda armado, foi atingido pelos disparos. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas Fabrício não resistiu e morreu no local.
Na ação, os policiais apreenderam uma arma de fogo, 8 kg de skunk — droga conhecida como “supermaconha” —, uma balança de precisão, além de um carro e uma motocicleta.
A operação contou com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal, de unidades da Polícia Militar de Goiás e da Polícia Civil do Paraná.
De acordo com as autoridades, os três alvos da operação possuem extensa ficha criminal.
Entre os antecedentes, estão crimes como porte ilegal de arma de fogo, associação criminosa, furto, receptação, ameaça, injúria, dano e violência doméstica, além de outras ocorrências registradas ao longo dos últimos anos.















