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Na Mira

Jogo do Tigrinho: saiba por que Maumau foi preso em operação

Na casa de Maumau, localizada em São Paulo, os agentes encontraram uma arma de fogo, o que resultou na prisão em flagrante do influencer

07/08/2025 11:10, atualizado 07/08/2025 11:17
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Reprodução / Redes sociais
Jogo do Tigrinho: saiba por que Maumau foi preso em operação

O influenciador digital Mauricio Martins Junior, conhecido como Maumau, foi preso em flagrante nesta quinta-feira (7/8), durante o cumprimento de mandados da Operação Desfortuna

Deflagrada por policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), a ação visa desarticular um esquema de promoção ilegal de jogos de azar on-line, como o popular Jogo do Tigrinho.

Na residência de Maumau, localizada em Arujá (SP), os agentes encontraram uma arma de fogo, o que resultou na prisão em flagrante do influenciador.

Veja imagens: 

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Apreensões na casa de Maumau
Operação Desfortuna
Maumau fantasiado
Ostentando nas redes sociais
Maumau
Mauricio Martins Junior, conhecido como Maumau
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Mauricio Martins Junior, conhecido como Maumau

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Apreensões na casa de Maumau
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Apreensões na casa de Maumau

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Operação Desfortuna
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Operação Desfortuna

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Maumau fantasiado
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Maumau fantasiado

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Ostentando nas redes sociais
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Ostentando nas redes sociais

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Maumau
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Maumau

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Bia Miranda
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Bia Miranda

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Gato Preto
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Gato Preto

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DJ Buarque
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DJ Buarque

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Além de Bia Miranda, Gato Preto, Dj Buarque e Maumau, foram alvos da investigação:

Paola de Ataíde Rodrigues,
Tailane Garcia dos Santos Laurindo,
Paulina de Ataíde Rodrigues,
Jenifer Ferracini Vaz, a Jenny Miranda,
Nayara Silva Mendes, a Nayala Duarte,
Lorrany Rafael Dias,
Vanessa Vatusa Ferreira da Silva, a Vanessinha Freires,
Tailon Artiaga Ferreira Silva, o Mohammed MDM,
Ana Luiza Ferreira do Desterro Guerreiro, a Luiza Ferreira,
Micael dos Santos de Morais.

Operação Desfortuna

A ação policial ocorre na manhã desta quinta-feira (7/8), nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

De acordo com a PCERJ, os investigados publicavam conteúdos nas redes com promessas falsas de lucros fáceis, atraindo seguidores para as plataformas ilegais. Os influenciadores fariam parte de uma estrutura organizada, com funções bem definidas entre divulgadores, operadores financeiros e empresas de fachada.

A investigação também é uma parceria com o Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) e o Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (Lab-LD).


Mais detalhes:

  • Durante o inquérito, os policiais identificaram sinais de enriquecimento incompatível com a renda declarada pelos influenciadores.
  • Eles ostentavam, nas redes sociais, viagens internacionais, veículos de luxo e imóveis de alto valor.
  • Além dos jogos ilegais, os envolvidos usavam uma rede empresarial para ocultar a origem ilícita dos valores obtidos, o que caracteriza lavagem de dinheiro.
  • As investigações também identificaram conexões entre alguns influenciadores e pessoas com antecedentes ligados ao crime organizado.

A coluna Na Mira tenta localizar defesa os alvos da Operação Desfortuna. O espaço segue aberto para posicionamentos.