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Guerra entre agiotas colombianos deixa três mortos no Entorno do DF

De acordo com as investigações, o alvo dos criminosos seria um colombiano ligado a um grupo rival, que costumava frequentar um restaurante

atualizado

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1 de 1 dan-2 - Foto: Material cedido ao Metrópoles

As polícias civis de Goiás e do Distrito Federal investigam uma violenta disputa entre dois grupos rivais de agiotas colombianos que já resultou em pelo menos três mortes na região de Valparaíso de Goiás e no Entorno do DF. Um dos casos mais graves é o do comerciante Carlos Augusto de Medeiros, morto por engano no fim de setembro, em Taguatinga.

De acordo com as investigações, o alvo dos criminosos seria um colombiano ligado a um grupo rival, que costumava frequentar um restaurante localizado acima da distribuidora onde Carlos trabalhava. O comerciante acabou sendo atingido durante a ação criminosa.

As investigações continuam, e a polícia procura por Brahyam Angulo Rendon (foto em destaque), apontado como mandante do crime, que teria financiado a ação diretamente da Colômbia. Bryan Danilo Moreno Martinez (foto em destaque), de 28 anos, também é procurado, suspeito de ter dado apoio ao atirador.

Imagens de câmeras de segurança registraram todo o crime. Os vídeos mostram um homem armado entrando no local usando capacete e efetuando disparos. Carlos, que estava sentado em uma cadeira, foi atingido e socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Após o ataque, o suspeito fugiu para a cidade de Valparaíso de Goiás.

Cruzamento de imagens

O proprietário do restaurante localizado no andar superior, que prestou socorro à vítima, foi ouvido pela polícia. Com o cruzamento de imagens, os investigadores identificaram a motocicleta usada na fuga e constataram que o suspeito, um colombiano, trocou de roupa logo após o crime.

No dia 31 de outubro, o atirador foi localizado e preso em Fortaleza, no Ceará. Segundo a polícia, um dia antes do homicídio, ele esteve em frente ao comércio e passou por um posto de gasolina próximo, o que indica que o crime foi planejado com antecedência.

Após a prisão, a polícia confirmou que Carlos Augusto de Medeiros não tinha qualquer ligação com a disputa entre os grupos criminosos. Conforme a Polícia Civil, o comerciante foi morto por engano, já que o verdadeiro alvo era outro colombiano envolvido com a chamada “guerra de agiotas”.

 

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