Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

“Gordão do PCC” e comparsas torturaram e enterraram vítima amarrada

O homem passou o dia sob o poder dos integrantes do PCC, sendo agredido com chutes e socos com mãos e pés amarrados

10/10/2023 10:11, atualizado 10/10/2023 10:19
Compartilhar notícia
Divulgação/PCDF
Imagem colorida mostra viatura da PCDF e CBMDF

As investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apontam que Lucas Caxias da Silva, 28 anos, preso por homicídio nessa segunda-feira (10/10), e outros três integrantes da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) torturaram a vítima do crime antes de matá-la e enterrá-la amarrada dentro de um saco em uma cova rasa no Vale do Amanhecer.

A perícia constatou indícios de tortura e de crueldade na vítima, visto que as mãos e os pés do homem de 39 anos estavam amarrados. Além disso, havia diversas lesões pelo corpo dele e ao menos uma perfuração de faca acima do peito.

A equipe da 16ª DP (Planaltina) conseguiu colher elementos de prova de que o homem passou o dia sob o poder dos autores, sendo agredido com chutes e socos com as mãos e pés amarrados.

Quando os criminosos decidiram matá-lo, amarraram uma corda no pescoço do desafeto no intuito de enforcá-lo até que perdesse os sentidos, momento em que foi executado com uma facada na região do coração.

“Gordão do PCC” e comparsas torturaram e enterraram vítima amarrada - destaque galeria
3 imagens
A vítima de 39 anos foi encontrada morta no Vale do Amanhecer
A PCDF localizou o corpo do homem enterrado em uma cova rasa
Conhecido como Gordão, Lucas foi preso por homicídio
1 de 3

Conhecido como Gordão, Lucas foi preso por homicídio

PCDF/Reprodução
A vítima de 39 anos foi encontrada morta no Vale do Amanhecer
2 de 3

A vítima de 39 anos foi encontrada morta no Vale do Amanhecer

Divulgação/PCDF
A PCDF localizou o corpo do homem enterrado em uma cova rasa
3 de 3

A PCDF localizou o corpo do homem enterrado em uma cova rasa

Divulgação/PCDF

O grupo criminoso colocou o corpo da vítima em um saco e o enterrou no quintal de uma casa que foi ocupada temporariamente por um dos autores.

Com toda a colheita de provas, a autoridade policial representou pela prisão temporária dos autores, o que foi acolhido pelo Ministério Público e deferido pelo Poder Judiciário.

Foi dado cumprimento aos mandados, sendo um em Itaim Paulista (SP), outro em Planaltina (GO) e um no Vale do Amanhecer.

Todas as prisões foram convertidas em preventiva, ficando os autores presos à disposição da Justiça. A motivação do crime seria oriunda de guerras entre facções criminosas adversárias e do tráfico de drogas.