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Ex-juiz pede prisão preventiva de Alexandre de Moraes no STM

O pedido foi protocolado pelo ex-juiz Wilson Issao Koressawa, que coleciona histórico de ações consideradas confusas por juízes

atualizado 08/12/2022 23:03

Presidente TSE Alexandre de Moraes caminha de cabeça baixa durante coletiva eleições 2022 - Metrópoles Igo Estrela/Metrópoles

O ex-juiz Wilson Issao Koressawa entrou com representação criminal e notícia-crime solicitando a prisão preventiva do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ele protocolou o pedido nesta quinta-feira (8/11), às 18h22, no Superior Tribunal Militar (STM).

O relator que irá analisar a demanda é o ministro Artur Vidigal de Oliveira. Dentro do processo há duas petições que não estão disponíveis para consulta. Koressawa foi juiz do Tribunal de Justiça do Amapá e, atualmente, é promotor de Justiça aposentado do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Como advogado, Koressawa coleciona histórico de pedidos judiciais considerados confusos por juízes, completamente descabidos e que incluem teorias conspiratórias e fake news.

O advogado passou em 7º lugar no concurso para juiz de direito substituto do TJAP. Em 5 de abril de 1994, saiu a sua nomeação para o cargo. Seis anos depois, Koressawa acabou exonerado da função. Segundo a portaria publicada em 25 de junho de 2001, a exoneração foi a pedido do servidor.

Koressawa mudou-se para Brasília e foi nomeado como promotor de Justiça do MPDFT em agosto de 1996, segundo informações oficiais do órgão. Ele se aposentou do cargo em fevereiro de 2011, por invalidez permanente. Atualmente é advogado ativo com inscrição na Subseção de Taguatinga, da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional do DF (OAB-DF).

William Bonner

O ex-magistrado entrou com mandado de segurança cível contra o jornalista da TV Globo William Bonner, sob o argumento de que o apresentador do Jornal Nacional incentiva a vacinação contra a Covid-19. Koressawa alegou que Bonner comete os crimes de indução de pessoas ao suicídio, de causar epidemia e de envenenar água potável, substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo.

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