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Diaba Loira manda recado para a PM: “Vai ficar vindo só atrás do TCP?”

Após operação no Morro da Serra, Diaba Loira fala da ação policial: “Que eu saiba, quem matou o cana foi na área do CV. E aí?”

atualizado

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1 de 1 Screenshot_20 - Foto: Reprodução / Redes sociais

Após uma operação da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) no Morro da Serrinha (RJ), a faccionada conhecida como Diaba Loira — que saiu do Comando Vermelho (CV) e agora integra o Terceiro Comando Puro (TCP) — mandou um recado à corporação.

Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, publicou nas redes sociais uma resposta à ação policial: “Operação não, né? Uma ocupação. Tá entrando Choque e Bope. Pô, mano… papo reto, acho que pau que bate em Chico também tem que bater em Francisco, certo? Então, dá-lhe pau, mano, em cima do pessoal do TCP. E por que não no CV?”.

Ela continuou: “Que eu saiba, quem matou o cana foi na área do CV. E aí? Não vai acontecer nada? Vai ficar vindo só atrás da gente mesmo?”.

Veja:


Mais detalhes da operação

  • A ação policial começou nessa segunda-feira (14/7) e terminou no dia seguinte.
  • A comunidade da Serrinha é comandada pelo traficante Wallace Brito Trindade, o Lacoste.
  • Segundo informações da PMRJ, 21 ônibus — sendo 15 municipais e 6 intermunicipais — foram tomados por criminosos e usados como barricadas em Madureira, na zona norte do Rio.
  • De acordo com a Polícia Militar, o objetivo da operação é reprimir a atuação de criminosos na região.

Jurada de morte

Recentemente, Diaba Loira foi jurada de morte por antigos companheiros do CV. As ameaças ocorreram após um confronto violento entre criminosos que deixou três mortos na comunidade do Bateau Mouche, no bairro Praça Seca, zona oeste do Rio.

O tiroteio aconteceu na madrugada da última quinta-feira (10/7), por volta das 2h, e assustou moradores.

Criminosos ligados ao TCP teriam iniciado o ataque para tentar retomar o controle da área, atualmente dominada pelo CV. A tentativa terminou com três invasores do TCP executados pelos rivais.

Imagens do local mostram os corpos deixados no chão, com sinais de extrema violência. Traficantes do CV exibiram os cadáveres em vídeos que circulam nas redes sociais, reforçando o domínio sobre a região e mandando um recado à facção rival.

Em uma das gravações, um dos criminosos afirma que a próxima vítima será Diaba Loira, apontada como integrante do grupo inimigo.

“Não me entrego viva, só saio no caixão”

Eweline Passos, conhecida como Diaba Loira, está foragida da Polícia Civil do Estado Rio de Janeiro (PCERJ), acusada de envolvimento com o tráfico e organização criminosa.

Na quinta-feira (10/7), o Disque-Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações sobre o paradeiro dela.

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Eweline Passos Rodrigues tem 28 anos
Diaba Loira é jurada de morte por CV, após mudar para o TCP
A faccionada durante uma operação
Diaba Loira fazendo o símbolo do TCP
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Veja quem é a Diaba loira do CV que escapou após meter bala na PM
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Veja quem é a Diaba loira do CV que escapou após meter bala na PM

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Eweline Passos Rodrigues tem 28 anos
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Eweline Passos Rodrigues tem 28 anos

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Diaba Loira é jurada de morte por CV, após mudar para o TCP
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Diaba Loira é jurada de morte por CV, após mudar para o TCP

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A faccionada durante uma operação
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A faccionada durante uma operação

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Diaba Loira fazendo o símbolo do TCP
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Eweline é natural de Santa Catarina e teve o pulmão perfurado pelo ex-companheiro em uma tentativa de feminicídio. Após sobreviver à violência, ela teria entrado para o CV ao fugir para o Rio.

A mulher também é conhecida por ostentar armamento pesado nas redes sociais, como fuzis e pistolas, além de compartilhar frases provocativas, como: “Não me entrego viva, só saio no caixão”.

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