Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Desvios milionários financiaram vida de luxo que casal preso ostentava

Dinheiro desviado de empresa de capitalização foi usado para bancar viagens, carros de luxo, imóveis e a criação de uma empresa concorrente

Compartilhar notícia
Reprodução / Redes sociais
Desvios milionários financiaram vida de luxo que casal preso ostentava

Lucas Vitor Paiva Chereze e Jaqueline Isabel de Almeida Chereze (foto em destaque), presos no último sábado (13/6), são investigados por desviar mais de R$ 1 milhão de uma empresa de capitalização para custear uma vida de luxo e estruturar a própria plataforma de sorteios, a Brasília Solidária. Segundo as investigações, o casal foi detido quando se preparava para deixar o país e fugir para os Estados Unidos.

Veja ostentação: 

Enquanto ostentavam viagens internacionais, veículos de alto padrão e uma série de vídeos de dança no TikTok, o casal, segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), financiava o estilo de vida luxuoso com dinheiro desviado da empresa de capitalização.

Desvios milionários financiaram vida de luxo que casal preso ostentava - destaque galeria
7 imagens
Casal foi preso suspeito de desviar dinheiro de empresa de sorteios
Com carros de luxo e viagens para Miami
Casal ostentava carros de luxo
De acordo com as investigações, casal planejava fugir para os Estados Unidos
Eles são investigados por desviar mais de R$ 1 milhão de empresa de capitalização
Os investigados ostentavam nas redes sociais
1 de 7

Os investigados ostentavam nas redes sociais

Reprodução / Redes sociais
Casal foi preso suspeito de desviar dinheiro de empresa de sorteios
2 de 7

Casal foi preso suspeito de desviar dinheiro de empresa de sorteios

Reprodução / Redes sociais
Com carros de luxo e viagens para Miami
3 de 7

Com carros de luxo e viagens para Miami

Reprodução / Redes sociais
Casal ostentava carros de luxo
4 de 7

Casal ostentava carros de luxo

Reprodução
De acordo com as investigações, casal planejava fugir para os Estados Unidos
5 de 7

De acordo com as investigações, casal planejava fugir para os Estados Unidos

Reprodução / Redes sociais
Eles são investigados por desviar mais de R$ 1 milhão de empresa de capitalização
6 de 7

Eles são investigados por desviar mais de R$ 1 milhão de empresa de capitalização

Reprodução / Redes sociais
Desvio milionário bancava vida de luxo do casal
7 de 7

Desvio milionário bancava vida de luxo do casal

Reprodução / Redes sociais

As postagens também registram hospedagens em hotéis e resorts de luxo, refeições em restaurantes sofisticados, participação em festas e visitas a cassinos, reforçando a rotina de ostentação exibida pelo casal.

A abundância não se limitava às redes sociais. O casal também residia em uma mansão em Vicente Pires (DF), um dos elementos que, segundo as diligências, evidenciam o elevado padrão de vida mantido pelos suspeitos.

As investigações da 19ª Delegacia de Polícia (P Norte) apontam que Lucas, ex-diretor financeiro da Capital de Prêmios, teria desviado cerca de R$ 1 milhão para criar uma plataforma concorrente de sorteios. Conforme apurado, os desvios ocorriam há pelo menos um ano.

Lucas Chereze teria se aproveitado do acesso privilegiado às contas da empresa para abrir contas bancárias em seu nome, direcionar depósitos realizados por distribuidores e efetuar transferências e saques sem autorização.

Além dos crimes financeiros investigados, Lucas também é acusado de intimidar ex-funcionários e testemunhas, em uma tentativa de evitar que prestassem informações ou colaborassem com o andamento das investigações.

Durante a operação, os agentes apreenderam duas pistolas, uma espingarda, cofres, passaportes, um veículo de luxo e outros automóveis utilizados pela empresa investigada.

Segundo o delegado-chefe da 19ª DP, Fernando Fernandes, o casal tinha viagem marcada para os Estados Unidos nessa segunda-feira (15/6), o que reforçou a necessidade do cumprimento das medidas judiciais

O casal responde por apropriação indébita qualificada, associação criminosa, coação no curso do processo e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 20 anos de prisão.

O que diz a Brasília Solidária

Por meio de nota divulgada no Instagram, a defesa da empresa de capitalização informou que permanece à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos que eventualmente sejam solicitados, “reafirmando seu compromisso histórico com a legalidade, a transparência, a integridade institucional e o respeito aos seus participantes”.

A assessoria jurídica também ressaltou que vai continuar acompanhando o caso e adotando todas as medidas cabíveis para a proteção dos interesses da instituição, dos parceiros comerciais e participantes.