Na Mira

Celulares furtados durante parada LGBT no DF eram revendidos na Bahia

Operação Conexão Bahia, da PCDF, cumpriu cinco mandados de busca e apreensão contra um comerciante de 46 anos e seus colaboradores

atualizado

metropoles.com

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Divulgação/PCDF
Brasão da PCDF cercador por celulares
1 de 1 Brasão da PCDF cercador por celulares - Foto: Divulgação/PCDF

A 5ª Delegacia de Policia (Área Central) deflagrou, nesta sexta-feira (9/9), a Operação Conexão Bahia, na qual cumpriu cinco mandados de busca e apreensão contra um comerciante de 46 anos e seus comparsas. A investigação apontou que o grupo comprava, desbloqueava e vendia aparelhos celulares roubados e furtados durante festas no Distrito Federal.

Após desbloquearem os smartphones, os autuados os revendiam no Shopping Popular de Ceilândia e negociavam, principalmente, com receptadores de outros estados.

Em um dos casos, um carregamento com 12 aparelhos, que estavam sendo transportados à Bahia, onde seriam revendidos, foi interceptado. Os aparelhos haviam sido furtados na Parada do Orgulho LGBT ocorrida no Plano Piloto, em 3 de julho último.

Veja os celulares apreendidos:

Celulares furtados durante parada LGBT no DF eram revendidos na Bahia - destaque galeria
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Duas pessoas foram presas
Os autuados irão responder por receptação qualificada
Os aparelhos haviam sido furtados na parada do orgulho LGBT ocorrida no Plano Piloto
Operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão
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Operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão

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Duas pessoas foram presas
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Duas pessoas foram presas

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Os autuados irão responder por receptação qualificada
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Os autuados irão responder por receptação qualificada

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Os aparelhos haviam sido furtados na parada do orgulho LGBT ocorrida no Plano Piloto
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Os aparelhos haviam sido furtados na parada do orgulho LGBT ocorrida no Plano Piloto

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Os mandados foram cumpridos nas bancas do Shopping Popular de Ceilândia, usadas pelos alvos, e também na casa de um dos investigados, em Ceilândia. O comerciante e seu principal colaborador foram indiciados pelo crime de receptação qualificada, cuja pena varia de três a oito anos de prisão.

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