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Na Mira

Bebê de 10 meses morta: em festa, mãe achou que filha havia engasgado

O caso ocorreu em Fortaleza na segunda-feira (13/7). Dois homens foram presos suspeitos do crime, um deles era "ficante" da mãe da criança

15/07/2026 12:15
Reprodução / Redes sociais
Bebê de 10 meses morre. Padrasto e primo são presos

A mãe de Helena, bebê de 10 meses morta em Fortaleza, disse, em depoimento à polícia, que estava em uma festa no apartamento do homem que foi preso suspeito de estuprar e matar a criança e que achou que a filha tinha engasgado.

A mãe e o suspeito tinham uma relação recente e haviam se conhecido há poucos dias. Ele foi preso na segunda-feira (13/7) logo após o crime, junto com um primo.

A coluna Na Mira apurou que a mulher disse na Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) que percebeu que algo estava errado com a filha, e acreditou que a bebê estava engasgada. A mulher também disse que o “ficante”, inicialmente tratado como padrasto da criança, e o primo dele estavam presentes no local.

A criança morreu no hospital após ser socorrida. No local, a equipe médica constatou que a criança apresentava indícios compatíveis com violência sexual.

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A mulher prestou depoimento acompanhada do irmão, tio da criança.

A criança foi sepultada nesta terça-feira (14/7). A mãe passou mal durante o velório e teve um desmaio. Ela teria saído do local em uma cadeira de rodas.

Imagens da bebê:

Bebê de 10 meses morta: em festa, mãe achou que filha havia engasgado - destaque galeria
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O padrasto da menina e primo dele foram presos.
Helena morreu aos 10 meses. Duas pessoas foram presas e a polícia investiga o caso
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Helena morreu aos 10 meses. Duas pessoas foram presas e a polícia investiga o caso

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O padrasto da menina e primo dele foram presos.
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O padrasto da menina e primo dele foram presos.

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Investigação

A Polícia Civil do Ceará investiga o caso. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará informou que a unidade de saúde onde a bebê Helena foi socorrida constatou que a criança apresentava sinais compatíveis com violência sexual. A hipótese de asfixia também está sendo analisada.

De acordo com a Dececa, o homem apontado pela mãe como “ficante” e o primo dele foram conduzidos à unidade policial com sinais de embriaguez.

Ainda segundo a SSPDS, o caso ocorreu no bairro Dionísio Torres. A bebê foi socorrida e levada a uma unidade de saúde, mas não resistiu. A causa da morte ainda não foi confirmada, e a Polícia Civil aguarda o resultado dos laudos periciais.

A Dececa informou que os depoimentos da mãe e do tio da menina serão fundamentais para reconstruir a dinâmica dos fatos e esclarecer a participação de cada um dos envolvidos.