Arboleda: empresário influencer nega calote de R$ 10 milhões com carros.
"Eu vendi três carros para ele, me pagou, está tudo certo", declarou Tcar, negando que o zagueiro possua débitos a quitar

O influenciador Tiago Tcar negou que o zagueiro do São Paulo Robert Arboleda lhe deva algum valor referente a venda de carros. Nos últimos dias, o atleta “sumiu” do Brasil, levantando teorias a respeito do motivo do desaparecimento. Junto com o mistério, surgiram boatos sobre a situação financeira do atleta.
“Eu vendi três carros para o Arboleda. Para ele me dever R$ 10 milhões, eu teria que ter vendido um monte de carro”, conta Tcar. “O Arboleda não me deve nada”.
O empresário comemorou a repercussão do caso. “A única coisa boa é que jorrou seguidor, muita gente me seguindo. O bom do hype é isso, né?!”, comentou.
“Eu vendi três carros para ele, me pagou, está tudo certo. O último foi em 2019.”

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF
Frequência de envio: Diário
Ver todasQueda e descontrole
O que parecia ser apenas uma ausência injustificada em um treino transformou-se em um thriller policial que sacode os bastidores do Morumbi. Robert Arboleda, pilar da defesa tricolor, foi dado como desaparecido no último fim de semana.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA coluna Na Mira mergulhou nos corredores do clube para entender o que há por trás do sumiço do equatoriano. O jogador foi visto nessa segunda-feira (6/4), após 48 horas, em imagens gravadas no Equador, terra natal do defensor.
Cronologia do colapso
Os dias que antecederam o desaparecimento foram marcados por decisões judiciais asfixiantes:
- Porsche penhorado: o luxuoso Porsche 911 Carrera S do jogador foi bloqueado pela Justiça para garantir o pagamento de débitos.
- Acordo de R$ 800 mil: na véspera de sumir, Arboleda tentou uma última manobra. O jogador informou à 4ª Vara Cível da Lapa que o São Paulo FC pagaria sua dívida com a advogada Karoline Brandão — valor estimado em R$ 795 mil, referente a honorários de diversos processos anteriores.
- Promessa e sumiço: o jogador solicitou o desbloqueio de suas contas e do veículo, alegando que o Tricolor parcelaria o débito em 10 vezes. O contrato do acordo foi colocado sob sigilo. Dias depois, sem aviso, Arboleda embarcou para o Equador.




