Na Mira

Agiota se passava por policial civil para ameaçar e extorquir vítimas

Investigado foi preso durante Operação Fake Cop, deflagrada por policiais civis da 31ª Delegacia do Distrito Federal (Planaltina)

atualizado

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Reprodução / PCDF
Funcional, simulacros e munições apreendidas
1 de 1 Funcional, simulacros e munições apreendidas - Foto: Reprodução / PCDF

Um homem de 40 anos que se passava por policial civil foi preso por extorsão, agiotagem e posse de balas, em Planaltina (GO), no Entorno do Distrito Federal.

O criminoso foi detido nessa sexta-feira (13/6), durante a Operação Fake Cop, deflagrada por equipes da 31ª Delegacia de Polícia, em Planaltina (DF).

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Simulacros de arma encontrados com falso policial
Munição recolhida pelos investigadores
Caderno com anotações sobre dívidas
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Itens apreendidos
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Caderno com anotações sobre dívidas

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O preso costumava se passar por policial para intimidar e extorquir vítimas que tivessem contraído empréstimos – a juros abusivos – com ele, segundo as investigações.


Itens apreendidos

  • Balas de calibre 38.
  • Dois simulacros de arma de fogo.
  • Cadernos e pastas com anotações de nomes, datas, valores emprestados e juros cobrados.
  • Uma carteira de couro com identidade funcional falsa da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
  • Uma camisa preta com o brasão da corporação e a inscrição “16ª DP” – delegacia em Planaltina (DF).

Investigação

Os policiais civis descobriram que o agiota mantinha um grande esquema. As vítimas relataram que, em caso de atraso nos pagamentos, o investigado enviava vídeos com armas, vestido com uniforme da PCDF, e ameaçava expor conversas íntimas dos clientes se não quitassem as dívidas.

Uma delas também disse que pegou dinheiro emprestado com o falso policial e foi ameaçada após atrasar um pagamento. Além disso, os valores eram depositados em contas bancárias da companheira do agiota, segundo a vítima.

A companheira do investigado confirmou que ele usava um uniforme da PCDF e que os celulares para envio das ameaças estavam registrados em nome dela.

A depoente ainda admitiu que os registros dos empréstimos estavam sob a guarda dela, embora o preso fosse o responsável por fazer as cobranças.

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