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Distrito Federal

Mulher de 70 anos com pé necrosado corre risco de amputação no DF

Segundo familiares, hospital da rede pública não estaria dando o atendimento devido e nem prestando as informações sobre o quadro clínico

08/05/2025 02:00
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Material cedido ao Metrópoles
Pé necrosando - Metrópoles

Diabética, Maria do Carmo Lima, 70 anos, feriu o pé em abril de 2025. Comum a pacientes que vivem com a doença, a cicatrização acabou comprometida. Em 26 de abril, buscou atendimento no Hospital da Região Leste, no Paranoá, e, segundo a família, não recebeu o atendimento necessário. Maria corre o risco de sofrer uma amputação.

Veja:

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Dona Maria feriu o pé. A paciente é diabética. E por isso a ferida não cicatrizou
No dia 26 de abril, a paciente buscou atendimento no Hospital Leste
Segundo a família, dona Maria não está recebendo o atendimento adequado e por isso o pé está necrosando
Caso nada seja feito, a perna da paciente corre risco de amputação
Mulher de 70 anos com pé necrosado corre risco de amputação no DF - imagem 1
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Redação/Metrópoles
Dona Maria feriu o pé. A paciente é diabética. E por isso a ferida não cicatrizou
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Dona Maria feriu o pé. A paciente é diabética. E por isso a ferida não cicatrizou

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No dia 26 de abril, a paciente buscou atendimento no Hospital Leste
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No dia 26 de abril, a paciente buscou atendimento no Hospital Leste

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Segundo a família, dona Maria não está recebendo o atendimento adequado e por isso o pé está necrosando
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Segundo a família, dona Maria não está recebendo o atendimento adequado e por isso o pé está necrosando

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Caso nada seja feito, a perna da paciente corre risco de amputação
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Caso nada seja feito, a perna da paciente corre risco de amputação

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Pelo quadro atual, Maria fatalmente será submetida à amputação do dedão do pé. No entanto, teme a família, que nada seja feito e o risco de uma amputação mais extensa, na perna, passe a se tornar real. Para o estudante e cabeleireiro Müller Airton Florença, 36, filho da paciente, a situação é revoltante.

“Minha mãe precisa fazer uma cirurgia no pé direito, mas até agora nada. Os médicos não nos dão nenhum diagnóstico fechado, não falam nada. A amputação, até onde sabemos, seria do dedo mindinho do pé direito. Ela está com muita dor. Não dorme direito, não pode andar. Está usando fralda”, contou.

Maria é uma mulher ativa, é motivo de angústia para ela. “Ela faz os afazeres de casa, vai à igreja e tem a rotina dela cozinha. Lava e cuida da casa toda”, comentou. Por isso, o fato de a aposentada estar internada por tanto tempo preocupa ainda mais a família.

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Sem respostas

Müller buscou informações com a direção do hospital, na terça-feira, mas não conseguiu respostas. “Eram 16h. Procurei algum responsável na direção, sem sucesso”, criticou.  A família registrou uma reclamação na ouvidoria da unidade de saúde e também denunciou o caso para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa (CLDF).

Outro lado

Questionada, Secretaria de Saúde diz que a paciente deu entrada no hospital 30 dias após ter ferido o pé e foi internada para tratamento e programação cirúrgica. A pasta informa que Maria do Carmo está sob cuidados clínicos e em tratamento para controle da infecção, com encaminhamentos já realizados para as avaliações especializadas.

No entanto, não deu mais informações sobre o quadro da paciente. “Esclarecemos que todas as informações necessárias serão repassadas diretamente aos pacientes e familiares, conforme os protocolos vigentes”, argumentou.