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Distrito Federal

Morre, aos 31 anos, ativista Maria Eduarda Mendonça, vítima de dengue

Maria Eduarda Soares de Mendonça ganhou destaque pela luta contra o preconceito, em favor da inclusão e da valorização da vida

12/03/2024 12:32, atualizado 12/03/2024 12:47
Gabriel Ramos/Metrópoles
Imagem colorida de uma mulher com cabelos longos, escuros e pele clara- Metrópoles

A advogada e ativista Maria Eduarda Soares de Mendonça morreu aos 31 anos, na manhã dessa segunda-feira (11/3), após complicações provocadas pela dengue. A brasiliense foi diagnosticada com a doença na sexta-feira (8/3) e teve piora do quadro no domingo (10/3).

Com aproximadamente 84 centímetros de altura, Duda ganhou destaque pela luta contra o preconceito, em favor da inclusão e da valorização da vida. Ela, inclusive palestrava sobre os assuntos desde os 10 anos de idade. A advogada também fazia parte do Movimento Maria Cláudia Pela Paz, uma entidade de assistência social que atua no Distrito Federal.

Em entrevista concedida ao Metrópoles, em 2016, Maria Eduarda contou que a altura e o grave problema de visão, decorrentes de uma síndrome rara, não a impediam de sonhar e colecionar uma série de conquistas.

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Com pouco mais de 80 centímetros de altura, Duda ganhou destaque por sua luta contra o preconceito, em favor da inclusão e da valorização da vida
Advogada e ativista, Maria Eduarda Soares de Mendonça, 31 anos
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Advogada e ativista, Maria Eduarda Soares de Mendonça, 31 anos

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Com pouco mais de 80 centímetros de altura, Duda ganhou destaque por sua luta contra o preconceito, em favor da inclusão e da valorização da vida
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Com pouco mais de 80 centímetros de altura, Duda ganhou destaque por sua luta contra o preconceito, em favor da inclusão e da valorização da vida

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A jovem foi diagnosticada, em 2015, com displasia óssea esponjometafisária com distrofia de cones e bastões. A doença, que causa fortes dores nas costas, obrigava a advogada a usar uma cadeira de rodas para se locomover para locais afastados.

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Em nota, as diretorias da Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) e da Caixa de Assistência dos Advogados do Distrito Federal (CAADF) lamentam a morte da brasiliense. “Maria Eduarda, conhecida como Duda, lutava pelos direitos das pessoas com deficiência no Brasil. Ela fazia parte do Movimento Maria Cláudia Pela Paz, uma entidade de assistência social”, declararam.

“Neste momento difícil e delicado, a OAB-DF e a CAADF se solidarizam e desejam força, coragem e muita união aos familiares e amigos”, finalizaram.