Média móvel de mortes por Covid-19 no DF cai para 7,6; ocupação de UTIs vai a 67,2%

O indicador registrou a quarta queda consecutiva e igualou o número registrado em 4 de dezembro

atualizado 21/01/2021 18:52

Lucas Silva/Secom

A média móvel de mortes por Covid-19 no Distrito Federal caiu para 7,6 nesta quinta-feira (21/1).  Esse é o menor número registrado pelo indicador desde 4 de dezembro, quando ele também foi de 7,6. Na comparação com o indicador apurado há 14 dias, houve queda de 35,37%, o que mostra redução na quantidade de mortes.

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação dos especialistas no sentido de comparar a média móvel do dia com a de duas semanas antes. As oscilações no número de mortes ou de casos de até 15% para mais ou para menos caracterizam invariabilidade.

Desde o início da pandemia de coronavírus, o DF já notificou 267.340 contaminações e 4.452 óbitos em decorrência da doença. Nas últimas 24 horas, foram 10 mortes e 834 novas infecções.

Taxa de ocupação nas UTIs

Segundo dados da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) atualizados às 12h10 desta quinta-feira (21/1), 176 dos 271 leitos operacionais de UTI, UCIN e UCI destinados a pacientes da Covid-19 estão ocupados, o que equivale a 65% da capacidade da rede pública. O número inclui todos os leitos que não estão bloqueados.

Na rede privada, 154 dos 200 leitos adultos disponíveis estão ocupados — taxa de 77%. Acompanhar a taxa de ocupação dos leitos é uma das formas de medir a evolução da transmissão da doença.

Média móvel

Acompanhar o avanço da pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de mortes ou casos está longe do ideal. Isso porque eles podem ter variações diárias muito grandes, principalmente atrasos nos registros. Nos fins de semana, por exemplo, é comum perceber redução significativa dos números.

Para diminuir esse efeito e produzir uma visão mais fiel, a média móvel é amplamente utilizada ao redor do mundo. A taxa representa a soma dos óbitos divulgados em uma semana dividida por sete. O nome “móvel” é porque varia conforme o total de falecimentos dos sete dias anteriores.

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