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Distrito Federal

Máscara vira item obrigatório na CLDF. Casa fará sessão presencial dia 30

Câmara Legislativa votará nova reforma previdenciária dos servidores públicos do DF e também a Lei de Diretrizes Orçamentárias

Repórter de Distrito Federal22/06/2020 15:29
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Em tempos de coronavírus, distritais determinaram o uso obrigatório de máscara dentro da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Em 30 junho, a Casa pretende fazer sessão presencial para votação da reforma da Previdência dos servidores públicos do DF.

Será a primeira sessão presencial após o começo das medidas de distanciamento social, adotadas para frear a disseminação da Covid-19. Além da Previdência, os parlamentares também votarão a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021.

Confira a determinação:

Ato da Mesa Diretora
Com sessão presencial marcada para 30 de junho para votação da reforma da Previdência, distritais determinam uso obrigatório de máscara nas dependências da CLDF

A Mesa Diretora publicou a determinação da obrigatoriedade da máscara na edição do Diário da CLDF desta segunda-feira (22/06). A Casa avalia a autorização para a entrada de servidores na galeria do plenário. As categorias pretendem acompanhar a votação.

Máscara vira item obrigatório na CLDF. Casa fará sessão presencial dia 30 - destaque galeria
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CLDF mantinha sessões remotas durante a pandemia
Medida é tomada na véspera da votação da reforma da Previdência do DF
Mesa Diretora determina uso obrigatório de máscara na CLDF
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Mesa Diretora determina uso obrigatório de máscara na CLDF

Felipe Cardoso/Especial para o Metrópoles
CLDF mantinha sessões remotas durante a pandemia
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CLDF mantinha sessões remotas durante a pandemia

CLDF/Divulgação
Medida é tomada na véspera da votação da reforma da Previdência do DF
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Medida é tomada na véspera da votação da reforma da Previdência do DF

Daniel Ferreira/Metrópoles

No debate sobre a reforma da Previdência, a proposta inicial do GDF é estabelecer reajuste linear, determinando a mesma alíquota para todos os servidores.

A oposição defende uma tabela progressiva, na qual quem ganha menos pague menos, enquanto os servidores com maiores salários arcariam com valores mais altos.

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