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Distrito Federal

Máfia dos concursos: operação da PCDF prende servidores suspeitos de fraude

Eles são suspeitos de fraudar certames da Secretaria de Educação, MPU e STJ. Foi a quinta fase da Operação Panoptes

03/07/2020 15:41, atualizado 03/07/2020 15:57
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Hugo Barreto/Metrópoles
policiais da PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpriu nesta sexta-feira (3/7) quatro mandados de prisão durante a quinta fase da Operação Panoptes. A Coordenação Especial de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor) investiga fraudes a concursos públicos realizados na capital do país.

Foram três mandados de prisão temporária e uma preventiva, além de três mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Criminal de Águas Claras. A ação ocorreu na Asa Norte e em Santa Maria.

De acordo com os investigadores, um dos alvos era membro da organização criminosa responsável por aliciar candidatos e cumpre prisão temporária pela fraude ao concurso da Secretaria de Educação do Distrito Federal desde a Operação Magister, no dia 23 de junho. Agora, a prisão dele foi convertida em preventiva.

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São investigados concursos realizados nos últimos cinco anos
A Operação Panoptes já teve cinco fases
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A Operação Panoptes já teve cinco fases

Giovanna Bembom/Metrópoles
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São investigados concursos realizados nos últimos cinco anos

Rafaela Felicciano/Metrópoles

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A irmã dele, suspeita de tentar fraudar o concurso do Superior Tribunal de Justiça em 2015; um técnico judiciário do Ministério Público da União, que teria fraudado o próprio concurso, também em 2015; e uma monitora da Secretaria de Educação também foram presos. A última, assim como dois monitores detidos na Operação Magister, estaria envolvida em fraude de concurso da pasta.

A chamada máfia dos concursos é o alvo da Operação Panoptes, que já teve cinco fases até agora. Foram presos e condenados, nesse período, os nove principais integrantes do grupo, por crimes de participação em organização criminosa, fraude a certames de interesse público e uso de documento falso.

Novas fases são esperadas pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Ceco), que segue com as investigações. Agora, as ações são voltadas para os servidores que fraudaram ou tentaram fraudar concursos.