Leilão da Terracap tem terreno no Polo JK e bancas de jornal no Noroeste
A agência retoma seu ritmo mensal de vendas de imóveis abertas a todos pelo maior preço. Próximo certame será em 12 de novembro

Depois do sucesso histórico do leilão de venda de imóveis do último dia 14, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) aprovou o modelo híbrido de recebimento de ofertas on-line e com envelope depositado na urna no dia da audiência, com transmissão no YouTube.
Agora, a agência marcou, para 12 de novembro, o próximo certame, que vai contar com 122 imóveis em várias cidades. São ofertas tanto comerciais quanto residenciais, com lances iniciais variando de R$ 56 mil, para 50m², no Riacho Fundo 2, a R$ 26,6 milhões, por 75 mil m², no Polo JK.
As condições de participação são: verificar todas as informações na página especial no site da Terracap e preencher a proposta com o preço ofertado. O valor é definitivo, não há disputa entre as proponentes no dia do leilão.
Depois, é preciso depositar a caução, correspondente a 5% do valor mínimo do imóvel, até 11 de novembro. Para confirmar a participação, duas opções: seguir o procedimento inteiramente on-line, ou utilizar o serviço de drive-thru, instalado na sede da estatal, para depositar o envelope com os documentos no dia 13, das 9h às 10h.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFNa sessão transmitida ao vivo do auditório da sede da agência, todas as ofertas são lidas, sem preferência para o modo on-line ou presencial. No fim, o leiloeiro declara vencedor o maior preço ofertado por cada lote.
Os ganhadores têm até 10 dias para efetuar o pagamento total, ou do valor da entrada, entre 5% e 30% do imóvel, para, depois, assumir financiamento próprio da Terracap, que pode se estender por até 15 anos.

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Há pelo menos uma oportunidade em 20 cidades do DF na venda de novembro. E as campeãs de ofertas são Samambaia, com 22, e Riacho Fundo 2, com 21. Estão também disponíveis mais de 10 unidades no Gama e no Noroeste.
Destinadas às empreiteiras, que usarão as projeções para construir prédios de apartamentos, áreas em Águas Claras e no Noroeste têm lance inicial acima de R$ 10 milhões. Mas o bem mais valioso, desta vez, é um grande terreno no Polo JK, em Santa Maria, que só poderá abrigar comércios, indústrias ou instituições.
Para os mesmos fins, há vários lotes, todos iguais, com 700 m² (com possibilidade de dois pavimentos), ao longo da Rua G da Quadra 5 do Setor Industrial de Sobradinho. Lance inicial em R$ 512 mil.
Em Samambaia, o comprador escolhe a destinação para vários lotes de 100 m² em diferentes quadras. Podem ser comerciais ou residenciais, com algumas restrições no último caso. Preços começam em R$ 118 mil.
No Noroeste, duas oportunidades incomuns: 15m² para instalar banca de jornais em duas quadras. Mesmo lance inicial: R$ 155 mil.
Em vários locais, há lotes com algum tipo de ocupação. Pode ser, simplesmente, uma grade ou um muro, com porta e cadeado. Mas há também casas de alvenaria e mesmo pessoas residindo. As regras da licitação são claras: a responsabilidade de desocupação é do comprador.
Obrigação de construir
Quem oferecer o maior lance e vencer a licitação precisa construir no terreno adquirido no prazo de 6 anos após receber a escritura. Segundo a Terracap, a exigência se trata do cumprimento da função social da propriedade e faz parte do papel de agência de desenvolvimento do DF.
A multa por não realizar construção no terreno após o prazo é de 2% do valor do contrato, e vai aumentando em 0,5% ao mês, após o sétimo ano.




















