Instituto pede doações para tratamento de bebê com sopro no coração
Devido à condição de saúde, Eloah passou por 10 cirurgias. Agora, com sequelas no sistema respiratório, ela depende de um kit de oxigênio

O Instituto Sol Nascente (ISN) está em campanha a fim de receber doações para Eloah Elaine, 10 meses. Acolhida pela organização social, a bebê tem sopro no coração – alteração no fluxo sanguíneo que provoca um ruído percebido durante a ausculta do coração – e precisa de um kit de oxigênio para sobreviver. No entanto, o equipamento custa R$ 6,75 mil.
Devido ao diagnóstico, Eloah passou por cirurgia. Na última, porém, ela contraiu uma bactéria no hospital, o que levou a um quadro de infecção generalizada.
Com a imunidade em nível baixíssimo, a criança desenvolveu uma pneumonia e teve uma parada respiratória.
Veja fotos de Eloah:
A menina foi transferida para o Hospital da Criança de Brasília (HCB), onde chegou com apenas o coração em funcionamento, devido à parada dos demais órgãos. Após várias tentativas da equipe de saúde, o organismo voltou ao normal, mas a paciente ficou com sequelas.
Agora, para voltar para casa, a bebê precisa de um kit de oxigênio. Sem condições financeiras de comprar o equipamento, a mãe de Eloah, Natasha de Araújo Miranda, procurou o ISN, nessa quarta-feira (24/7), e pediu ajuda.
“Ela [a bebê] vive no hospital desde que nasceu. Fez 10 cirurgias e talvez precise de mais. Tenho mais três filhos, e tudo tem sido bem difícil”, contou a mãe.
Atualmente, a menina está internada no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e depende do kit de oxigênio para receber alta. Assim, o ISN iniciou uma campanha de emergência para arrecadar o dinheiro necessário à compra.
Os interessados em ajudar a criança ou o instituto podem fazer doações presencialmente ou pelo Pix nº 31.158.155/0001-84 (CNPJ). Quem preferir fazer uma transferência bancária pode usar uma das contas abaixo.

A sede do ISN, projeto iniciado há 18 anos, fica em Ceilândia. A instituição presta apoio a famílias de crianças e adolescentes com deficiência ou doenças crônicas e que vivem em situação de vulnerabilidade social. Os responsáveis pela organização divulgam as atividades, também, por meio das mídias sociais. Confira aqui.

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