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O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) apreendeu 33 toneladas de madeira ilegal em três empresas do Gama, suspeitas de comercializar o produto vindo da Amazônia para o Distrito Federal. O órgão afirmou que o carregamento não tinha o Documento de Origem Florestal (DOF), que atestaria a procedência.

A apreensão ocorreu na terça-feira (10/10) e encerrou a terceira fase da Operação Madeira de Lei, de combate ao comércio ilegal do produto no DF. A carga foi recolhida pela Polícia Militar do DF e pela Secretaria de Agricultura, que apoiaram a intervenção do Ibram. A ação multou 11 empresas e notificou outras 35.

Segundo o superintendente de Fiscalização, Auditoria e Controle Ambiental do Ibram, Marcos Félix, as empresas foram multadas em mais de R$ 80 mil. A Madeira de Lei atuou, até agora, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), em Sobradinho e Planaltina. A ação será retomada na próxima semana e vai se estender até o fim do ano.

Félix afirma que o DF é o terceiro maior polo consumidor de madeira explorada ilegalmente, sobretudo da Amazônia.

Temos grande responsabilidade em coibir esse comércio ilegal, que produz uma série de impactos sociais e ambientais negativos, além de, geralmente, estar associado ao trabalho escravo"
Marcos Félix, superintendente de Fiscalização, Auditoria e Controle Ambiental do Ibram
 

 

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