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Distrito Federal

Homem que incendiou pousada na Asa Sul é solto pela Justiça

Elizando Rodrigues Morais está proibido de sair do DF e deverá usar tornozeleira eletrônica. Ele passou por audiência de custódia no sábado

Jade Abreu04/05/2024 22:03, atualizado 04/05/2024 22:36
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Divulgação/CBMDF
Foto colorida tirada à noite de casa iluminada por luz externa vermelha e homem com uniforme de bombeiro o

O hóspede acusado de ter incendiado a pousada na Asa Sul foi solto neste sábado (4/5). Elizando Rodrigues Morais, 45 anos, passou por audiência de custódia e teve a liberdade provisória concedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Duas pessoas morreram na tragédia.

O suspeito está proibido de sair do Distrito Federal e deverá usar tornozeleira eletrônica. Elizando terá que informar um novo endereço para a Justiça até 10 de maio.
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Bombeiros combatem o incêndio em uma pousada na 705 Sul
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Bombeiros combatem o incêndio em uma pousada na 705 Sul

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Um suspeito foi preso
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Um suspeito foi preso

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Vítimas tentaram se abrigar em banheiros, mas morreram intoxicadas
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Vítimas tentaram se abrigar em banheiros, mas morreram intoxicadas

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Incêndio teria começado no subsolo
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Incêndio teria começado no subsolo

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Elizando foi preso em flagrante pela Polícia Militar na madrugada de sexta-feira (3/5) e encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia. Em depoimento, Elizando afirmou que estava usando crack em seu quarto antes da tragédia que vitimou duas pessoas.

A coluna Na Mira apurou que Morais morava no local. Ele disse que deixou o isqueiro em cima da cama e foi conversar com um vizinho. O vizinho foi ouvido pelos policiais e revelou que o suspeito saiu do quarto e foi ao seu encontro para oferecer cocaína e contar que tinha rixa com outros moradores da casa.

Pousada irregular 

De acordo com a Secretaria DF Legal, a pousada incendiada na quadra 705 Sul de Brasília funcionava de maneira irregular. A pasta informou, por meio de nota, que o estabelecimento havia descumprido uma ordem de interdição, expedida em 2017.

“Naquela oportunidade, também foi feita a apreensão dos bens para inviabilizar a continuidade da atividade”, disse a secretaria.

Ainda de acordo com a DF Legal, a Subsecretaria de Fiscalização de Atividades Econômicas esteve no local por mais duas vezes, em 2018 e 2019, mas não havia sido identificado o retorno às atividades.

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