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Distrito Federal

Homem acusado de matar policial reformado queimado vivo é preso no DF

João Serpa, 53 anos, foi rendido por ladrões após ser chamado para uma corrida. Ele foi agredido até desmaiar e teve o carro incendiado

Carlos Carone18/07/2019 19:23, atualizado 18/07/2019 20:27
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Reprodução/PCDF
Homem acusado de matar policial reformado queimado vivo é preso no DF

Investigadores da Divisão de Repressão a Sequestros (DRS) prenderam, na manhã desta quinta-feira (18/7/2019), um homem acusado de matar um policial militar reformado, em 24 de maio deste ano. O suspeito foi identificado como Rafael Batista Almeida.

O caso ocorreu no núcleo rural Monjolo, próximo ao Gama. João Batista Pereira Serpa, de 53 anos, trabalhava como taxista quando foi chamado para fazer uma corrida. Ele foi rendido por criminosos, agredido até perder a consciência e queimado vivo. A vítima recobrou os sentidos quando o carro já estava em chamas. Serpa conseguiu abandonar o veículo, mas morreu no dia seguinte, em decorrência das queimaduras atingiram 40% de seu corpo.

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o aposentado atuava como taxista no ponto localizado ao lado do Teatro Nacional, na região central de Brasília. Em 23 de maio deste ano, um dia antes do crime, João Batista teria recebido o telefonema de um homem que se identificou como Eduardo.

Na conversa, o cliente afirmou que já havia usufruído dos serviços de Batista e que precisava fazer uma corrida, saindo do Recanto das Emas. O destino seria o Aeroporto Internacional de Brasília.

Após ser atacado pelos ladrões – que queriam roubar R$ 300 –, o taxista saiu do carro bastante ferido e pediu socorro a um morador da região, que acionou uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). João Batista foi internado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), mas não resistiu aos ferimentos e faleceu em 3 de junho, antes que os policiais pudessem colher mais informações sobre a dinâmica do crime.

Ainda segundo a PCDF, o táxi da vítima foi localizado totalmente carbonizado em um matagal.  As investigações ainda continuam para identificar outros autores que teriam participado do latrocínio.

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