GDF prorroga prazo para consórcio privado assumir gestão da Rodoviária

Empresas tinham até a última 5ª feira para assumir operações da Rodoviária do Plano Piloto, mas prazo foi prorrogado por mais oito dias

atualizado

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Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Foto colorida mostra área da Rodoviária do Plano Piloto
1 de 1 Foto colorida mostra área da Rodoviária do Plano Piloto - Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) prorrogou o prazo para conclusão da transferência das operações na Rodoviária do Plano Piloto à iniciativa privada. A data-limite para que o Consórcio Catedral – formado pelas empresas RZK Empreendimentos Imobiliários Ltda. e Atlântica Construções, Comércio e Serviços Ltda. – assumisse a responsabilidade sobre o terminal era 22 de maio; porém, ela foi postergada para 1º de junho.

Secretário de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal, Zeno Gonçalves afirmou que a prorrogação se deu a pedido da concessionária por duas razões principais: “dar mais tempo para a realocação dos ambulantes”, transferidos para um dos estacionamentos na área da plataforma superior do terminal, mas que terão de deixar o local; e “contratação das equipes de limpeza, segurança, vigilância e fiscais”.

“Fica muito mais fácil, para o contrato de trabalho, que seja [com] o mês fechado, começando a partir do dia 1º. [Esse] foi um pedido que achamos razoável e que não traz qualquer prejuízo para a concessão”, acrescentou o titular da pasta.

O consórcio vai administrar o terminal, por onde passam cerca de 600 mil passageiros diariamente, durante um período de 20 anos. O contrato de privatização da Rodoviária do Plano Piloto prevê que as duas empresas envolvidas invistam R$ 120 milhões no local. Até o fim de 2026, quando termina o mandato de Ibaneis Rocha (MDB) à frente do Palácio do Buriti, o governador prometeu que os preços das passagens serão mantidos.

Prazos para recuperação e modernização

A área que ficará sob responsabilidade da iniciativa privatizada abrange toda a região da Rodoviária do Plano Piloto. No caso dos estacionamentos superiores e inferiores próximos ao terminal, eles passarão a ser pagos.

Aos ambulantes que trabalham no terminal, Ibaneis afirmou que todos seriam ouvidos e realocados, seja na rodoviária ou em locais a serem definidos. Em março último, cerca de 100 deles foram transferidos para um dos estacionamentos da plataforma superior. Agora, um grupo de trabalho do GDF avalia para onde eles irão a partir de 1º de junho.

A partir dessa data, o consórcio que assumirá a administração do terminal terá quatro anos para finalizar as obras de recuperação e requalificação da estrutura, bem como para desenvolver e adotar sistemas operacionais. Já os trabalhos para modernização do complexo rodoviário deverão ser concluídos em até seis anos.

Com informações da Agência Brasília

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