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Distrito Federal

Galo infrator que acordava vizinhos no DF vive em harém com outras galinhas

"Soubemos que ele anda até cansado para cantar", divertiu-se o delegado de Sobradinho, que resolveu rapidamente a ocorrência de perturbação

19/12/2020 08:57
Reprodução/PCDF
galo

A história do “galo infrator” que provocou insônia nos moradores do conjunto F da quadra 10 de Sobradinho chegou a um desfecho. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) identificou o dono do animal e o devolveu. O galo havia fugido do local onde era criado, próximo a uma barbearia, na quadra 6 da cidade.

Atualmente, o galo vive em um “harém”, na companhia de pelo menos outras cinco galinhas. “Soubemos que o animal está muito bem. Anda até cansado para cantar. Está levando um vidão”, divertiu-se o delegado-chefe da 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho).  Brincadeiras à parte, Maldonado explicou que as ocorrências de perturbação da ordem foram resolvidas rapidamente, após a identificação de  Genésio dos Santos, dono do galo.

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O proprietário contou à polícia que o galo havia desaparecido há cerca de 40 dias e não sabia seu paradeiro. Com o retorno do galo para o galinheiro, os vizinhos da Quadra 10 voltaram a dormir tranquilamente.

Galo infrator que acordava vizinhos no DF vive em harém com outras galinhas - destaque galeria
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O galo se alimentava da comida deixada para alguns gatos que vivem na região
O galo começava a cantar por volta de 3h da manhã
Policiais civis localizaram o galo que passou a acordar moradores em Sobradinho
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Policiais civis localizaram o galo que passou a acordar moradores em Sobradinho

Reprodução/PCDF
O galo se alimentava da comida deixada para alguns gatos que vivem na região
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O galo se alimentava da comida deixada para alguns gatos que vivem na região

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O galo começava a cantar por volta de 3h da manhã
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O galo começava a cantar por volta de 3h da manhã

Reprodução/PCDF
Memória

A ave ganhou fama na cidade e já havia outros moradores da região procurando a delegacia com o objetivo de “adotá-lo”. “O galo fica naquela região porque alguns moradores alimentam gatos que vivem por ali e a ave acaba comendo, também, a comida dos gatos”, disse o delegado-chefe Hudson Maldonado.

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Uma das moradoras da quadra, ouvida na época pela PCDF, esclareceu que o galo permanecia solto na faixa verde em frente às casas do conjunto F.

Foi ela quem disse que costumava alimentar gatos que passavam pelo local e que o galo comia o alimento dos felinos. “Não percebia nenhum sinal de maus tratos no animal. O galo cantava o dia todo, inclusive na madrugada. Acreditava que o proprietário do galo fosse o morador de uma casa próxima, mas não sabia qual”, disse a moradora.