Família pede ajuda para manter cuidados com bebê sequestrado no Hran

Pais precisam de todo o tipo de doações. Desde um berço para o pequeno Jhony dormir até fraldas, roupinhas e alimentos

atualizado

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Rafaela Felicciano/Metrópoles
bebê sequestrado
1 de 1 bebê sequestrado - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A felicidade está estampada no rosto de Sara Maria da Silva, 19 anos, e Jhony dos Santos, 20, mãe e pai do pequeno Jhony Júnior. Eles viveram um drama esta semana, ao ter o único filho sequestrado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Agora, não param de mimar o bebê no barraco de 40 metros quadrados, de compensado, na Vila Estrutural, um dos lugares mais carentes do Distrito Federal.

Desempregados, os pais vivem em um ambiente de miséria total. Tudo o que têm em casa veio do Lixão, que fica bem próximo de onde vivem. O fogão é velho. A geladeira não funciona. “Juninho”, como o pequeno está sendo chamado pela família, não tem sequer berço para dormir.

Sara conta que há somente dois pacotes de fralda em casa. “Nós precisamos de todo o tipo de ajuda. Fraldas, alimentos, roupinhas e itens de cuidados para o bebê. Também queria que meu filho tivesse vários carrinhos. Eu ainda não pude dar nenhum”, disse a mãe.

A avó paterna, a dona de casa Dalvina Maria dos Santos, 40, mora na residência ao lado e está recebendo as doações. “Eu também estou desempregada e não tenho como ajudar. Tudo o que eles conseguirem será bem-vindo. O importante é termos condições para cuidar do meu neto.”

 

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Sara disse esperar que a sequestradora do seu bebê fique presa
O casal está desempregado
Mãe e filho receberam alta na noite de quarta (7)
A família tenta esquecer o trauma
Sara, com o filho nos braços
O casal vive em um barraco humilde do Setor Santa Luzia, na Estrutural
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O casal vive em um barraco humilde do Setor Santa Luzia, na Estrutural

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Sara disse esperar que a sequestradora do seu bebê fique presa
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Sara disse esperar que a sequestradora do seu bebê fique presa

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O casal está desempregado
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O casal está desempregado

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Mãe e filho receberam alta na noite de quarta (7)
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Mãe e filho receberam alta na noite de quarta (7)

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A família tenta esquecer o trauma
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A família tenta esquecer o trauma

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Sara, com o filho nos braços
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Sara, com o filho nos braços

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A sequestradora, Gesianna de Oliveira, é estudante de enfermagem
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A sequestradora, Gesianna de Oliveira, é estudante de enfermagem

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Bebê sequestrado mora com os pais na Estrutural
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Bebê sequestrado mora com os pais na Estrutural

Arquivo Pessoal
A mulher mentiu para a família fingindo estar grávida
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A mulher mentiu para a família fingindo estar grávida

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Ação rápida da polícia garantiu a segurança da criança
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Ação rápida da polícia garantiu a segurança da criança

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Gesianna foi presa em flagrante, no Guará, onde mora. Ela estava com o bebê no colo
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Gesianna foi presa em flagrante, no Guará, onde mora. Ela estava com o bebê no colo

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Após o susto, a família do bebê está aliviada
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Após o susto, a família do bebê está aliviada

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Gesianna enviou mensagem ao marido logo após sequestrar a criança, afirmando que tinha dado à luz
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Gesianna enviou mensagem ao marido logo após sequestrar a criança, afirmando que tinha dado à luz

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Jhony, com o bebê
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Jhony, com o bebê

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Na delegacia, a acusada se manteve em silêncio
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Na delegacia, a acusada se manteve em silêncio

Gesianna ficou pouco tempo no Presídio Feminino do Gama e aguardou o julgamento em liberdade
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Gesianna ficou pouco tempo no Presídio Feminino do Gama e aguardou o julgamento em liberdade

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Audiência de custódia
Em audiência de custódia na manhã desta quinta (8), o juiz Aragonê Nunes Fernandes decidiu converter a prisão em flagrante para preventiva de Gesianna de Oliveira Alencar, 25. A mulher que, na terça (6), sequestrou o pequeno Jhony, vai voltar para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE), ao lado do Parque da Cidade, e, nesta sexta (9), será levada, junto com outros presos, para a Penitenciária Feminina do DF, a Colmeia.

A decisão de mantê-la presa é do juiz do Núcleo de Audiência de Custódia do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). “Embora a autuada seja tecnicamente primária, tenho que a gravidade concreta do caso espelha a sua periculosidade social”, disse o magistrado, ao justificar a manutenção da sua prisão.

De acordo com o magistrado, a mulher agiu de forma “ardil” para entrar no hospital e também enganar a família, inventando uma falsa gravidez.

Colabore
Para ajudar a família com fraldas ou alimentos, basta ligar para 98381-4298 e falar com Dalvina. Se preferir, também é possível deixar as doações no Conselho Tutelar da Estrutural, no Setor Central Área Especial 19 ao lado do TRE – (61) 3465-5161 / 3465-6909.

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