PCGO usou helicóptero em busca por corpo de corretora em Caldas Novas. Veja vídeo

O corpo de Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi localizado em uma região de mata em Caldas Novas nesta quarta-feira (28/1)

atualizado

metropoles.com

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Divulgação/PCGO
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1 de 1 pcgo helicoptero - Foto: Divulgação/PCGO

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) usou até um helicóptero para localizar o corpo da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, nesta quarta-feira (28/1), 43 dias após o sumiço dela em Caldas Novas (GO).

Veja imagens da operação:

O corpo de Daiane foi localizado em uma região de mata em Caldas Novas após o síndico do prédio onde a vítima morava, Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessar à Polícia Civil o assassinato da corretora.

Segundo a investigação, foi o próprio Cléber quem levou os policiais até a área de mata onde o corpo da vítima havia sido deixado. No local, os policiais encontraram o cadáver em estágio avançado de decomposição.

A PCGO, por meio do Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas , em força-tarefa com o Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), prendeu também o filho do síndico, Maykon Douglas de Oliveira.

Daiane foi vista pela última vez na noite do dia 17 de dezembro, quando desceu até o subsolo do prédio para verificar um problema de corte de energia no apartamento dela. Desde então, a mulher não foi mais vista.

Após o desaparecimento repentino, familiares registraram um boletim de ocorrência e passaram a procurar informações em hospitais, UPAs e com amigos, mas nenhuma pista foi encontrada.

Dias depois, uma amiga da família envia um vídeo de Daiane tentando resolver um problema de fornecimento de energia elétrica em um dos apartamentos que ela administrava em Caldas Novas, onde foi vista pela última vez. Nas imagens, é possível vê-la entrando e saindo do elevador.

As imagens da câmera de segurança mostram a porta do elevador se abrindo no subsolo e Daiane saindo. A partir desse momento, não houve mais registros da mulher até a localização de seu corpo.

Confissão

O Metrópoles apurou que, de acordo com o depoimento, Cléber afirmou que matou Daiane após uma discussão acalorada no subsolo do prédio, no dia 17 de dezembro de 2025, data em que a corretora foi vista pela última vez.

Ele disse que agiu sozinho e que, após o crime, colocou o corpo na carroceria de sua picape e deixou o condomínio.

A versão apresentada agora contradiz o primeiro depoimento do síndico. Inicialmente, ele afirmou que não havia saído do prédio naquela noite. No entanto, imagens de câmeras de segurança já analisadas pela polícia mostram Cléber deixando o condomínio por volta das 20h do dia do desaparecimento, dirigindo o veículo citado.

O caso passou a ser tratado como homicídio após semanas sem qualquer sinal de vida. As prisões ocorreram depois de oitivas, análises técnicas e cruzamento de dados realizados por uma força-tarefa da Polícia Civil.

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