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Entorno e Goiás

Operação Pasto Vazio: polícia investiga sumiço de 166 cabeças de gado

Polícia Civil de Goiás cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em imóveis no Sudoeste, no Guará 2, em Luziânia e em Cidade Ocidental

18/07/2025 14:48, atualizado 18/07/2025 15:47
Divulgação/PCGO
Operação Pasto Vazio: polícia investiga sumiço de 166 cabeças de gado

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou, nessa quinta-feira (17/7), a Operação Pasto Vazio, para investigar o furto de 166 cabeças de gado, em abril de 2024, na zona rural de Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal.

A Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Rurais (DERCR) descobriu um esquema de subtração planejada de semoventes, com envolvimento direto do responsável pelo arrendamento da fazenda, uso de caminhões boiadeiros e retirada dos brincos de identificação dos animais, o que dificultou o rastreio do gado.

Veja imagens da operação:

Operação Pasto Vazio: polícia investiga sumiço de 166 cabeças de gado - destaque galeria
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Polícia Civil de Goiás (PCGO) investiga furto de gado
Cumprimento de mandados de busca e apreensão ocorreu nesta sexta-feira (18/7)
Operação Pasto Vazio ocorreu em Goiás e no Distrito Federal
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Operação Pasto Vazio ocorreu em Goiás e no Distrito Federal

Divulgação/PCGO
Polícia Civil de Goiás (PCGO) investiga furto de gado
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Polícia Civil de Goiás (PCGO) investiga furto de gado

Cumprimento de mandados de busca e apreensão ocorreu nesta sexta-feira (18/7)
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Cumprimento de mandados de busca e apreensão ocorreu nesta sexta-feira (18/7)

Divulgação/PCGO

A corporação cumpriu quatro mandados de buscas e apreensão, em imóveis no Sudoeste (DF), no Guará 2 (DF), no Jardim ABC, em Luziânia, e em uma fazenda no Assentamento dos Cunhas, em Cidade Ocidental (GO).

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As buscas foram feitas por equipes da DERCR, com apoio da 3ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal (Cruzeiro Velho).

Os alvos das medidas judiciais estão diretamente ligados ao desaparecimento dos animais, segundo a PCGO, que estavam sob guarda do arrendador da propriedade rural – com quem a vítima tinha um contrato de aluguel de pasto.

Um dos investigados, apontado como possível mentor do crime, é suspeito de ter organizado a logística de retirada clandestina dos animais, promover a supressão dos brincos de identificação e facilitar o transporte noturno do gado, por meio dos caminhões boiadeiros.