Laboratório que produzia skunk para usuários do DF e GO é desativado. Veja vídeo
Ação da PCGO em Anápolis culminou na apreensão de skunk avaliado em R$ 2 milhões. Cinco pessoas foram presas durante a operação
atualizado
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A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) prendeu, nesta quarta-feira (27/5), cinco suspeitos pelo crime do tráfico de drogas. Os investigados são acusados de articularem esquema sofisticado da produção de skunk utilizando laboratório clandestino, em Anápolis (GO). A droga apreendida foi estimada em R$ 2 milhões.
Veja:
Batizada de Green Lab, a ação culminou na apreensão de skunk vendido para usuários de alto poder aquisitivo do município goiano e de outras cidades próximas, como Brasília (DF) e Goiânia (GO).
O laboratório continha larga área de plantação e cultivo do entorpecente, equipada com sistemas profissionais de iluminação, controle automatizado de temperatura, ventilação, irrigação e fertilização, tudo voltado à produção de entorpecentes. Por meio das imagens divulgadas pela PCGO, é possível observar que os suspeitos também produziam óleos e outros derivados.
Segundo a PCGO, a droga produzida possui elevado teor de THC (tetra-hidrocanabinol), substância psicoativa responsável pelos efeitos entorpecentes da droga.
As investigações tiveram início após o recebimento de denúncia de que indivíduos estariam cultivando skunk na zona rural de Anápolis.
Após diligências e monitoramentos, as equipes policiais localizaram o imóvel e constataram a existência do laboratório clandestino.
Os suspeitos foram presos em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas.









