Duplo feminicídio e estupro: família diz que assassino planejou crime

Parente das vítimas, Wemerson Arcesleispo, 45 anos, acredita que Alex Brito Alves da Cruz premeditou os crimes cometidos

atualizado

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1 de 1 duplo homícidio-luziania-estupro - Foto: Kebec Nogueiro/Metrópoles (@kebecfotografo)

Um crime brutal cometido em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal, na madrugada desta quarta-feira (14/5), mobilizou as forças de segurança de Goiás. Alex Brito Alves da Cruz, procurado pelas polícias Militar (PMGO) e Civil (PCGO) até a ultima atualização desta reportagem, é acusado de dopar, enforcar e matar a companheira Andreia de Araújo Marinho, 41 anos, e a mãe dela, Maria José de Araújo Marinho, 65, além de manter em cárcere e estuprar a enteada de apenas 10 anos.

Primo de Andreia, Wemerson Arcesleispo, 45 anos, acredita que Alex premeditou os crimes. Segundo ele, dias antes do duplo feminicídio e do estupro da enteada, o suspeito já havia retirado a tornozeleira eletrônica e, durante uma festa de família, chegou a dizer que seria preso novamente por conta de outro crime.

“A gente acredita que ele premeditou tudo. Dias antes, o Alex já tinha arrancado a tornozeleira eletrônica e, numa festa de família, ele estava comemorando e dizendo que ia ser preso de novo por ter tirado o equipamento. Isso mostra que ele já estava com alguma coisa em mente”, afirmou Wemerson.

 

 

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 Wemerson Arcesleipo, primo de Andréia e sobrinho de Maria José.
Familiar olha para o portão da casa onde ocorreu o duplo feminicídio e estupro
Wemerson Arceleispo é familiar das vítimas
Casa onde ocorreram os crimes na madrugada desta quarta-feira (14/5)
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Casa onde ocorreram os crimes na madrugada desta quarta-feira (14/5)

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 Wemerson Arcesleipo, primo de Andréia e sobrinho de Maria José.
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Wemerson Arcesleipo, primo de Andréia e sobrinho de Maria José.

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Familiar olha para o portão da casa onde ocorreu o duplo feminicídio e estupro
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Familiar olha para o portão da casa onde ocorreu o duplo feminicídio e estupro

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Wemerson Arceleispo é familiar das vítimas
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Wemerson Arceleispo é familiar das vítimas

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As vítimas, foram encontradas amarradas com cordas e com sinais de enforcamento, dentro da casa da família no Parque Estrela Dalva IV. A filha de Andreia foi localizada ainda dopada, trancada em um quarto e em estado de choque. A criança, que ainda não foi informada sobre a morte da mãe e da avó, está sob cuidados médicos e psicológicos, com acompanhamento do Conselho Tutelar.

Imagem das vítimas: 

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Andreia era esposa de Alex Brito Alves da Cruz, morto após o duplo feminicídio
Maria José de Araújo Marinho tinha 65 anos
Além de matar Andreia, ele dopou e estuprou a filha dela, de 10 anos
Andreia de Araújo Marinho tinha 40 anos
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Andreia de Araújo Marinho tinha 40 anos

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Andreia era esposa de Alex Brito Alves da Cruz, morto após o duplo feminicídio
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Andreia era esposa de Alex Brito Alves da Cruz, morto após o duplo feminicídio

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Maria José de Araújo Marinho tinha 65 anos
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Maria José de Araújo Marinho tinha 65 anos

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Além de matar Andreia, ele dopou e estuprou a filha dela, de 10 anos
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Além de matar Andreia, ele dopou e estuprou a filha dela, de 10 anos

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Entenda o caso:

  • As polícias Militar (PMGO) e Civil de Goiás (PCGO) procuram por Alex Brito Alves da Cruz, suspeito de assassinar a própria esposa e a sogra, além de manter a enteada de 10 anos em cárcere privado, na madrugada desta quarta-feira (14/5).
  • Enquanto estava com a criança sob poder dele, o suspeito dopou e estuprou a menina. O crime ocorreu no Parque Estrela Dalva IV, em Luziânia (GO), Entorno do Distrito Federal.
  • Alex tem antecedentes criminais por homicídio e era monitorado por meio de uma tornozeleira eletrônica. Contudo, antes de cometer os feminicídios e o estupro, ele teria rompido o item.
  • A PMGO foi acionada pelo padrasto do autor. Segundo ele, Alex teria confessado o crime para ele.
  • No local, os policiais encontraram a criança trancada em um quarto, dopada e em estado de choque. As duas demais vítimas foram achadas sem vida dentro da casa da família.
  • O caso é tratado pela PCGO como duplo feminicídio, violência doméstica e cárcere.
  • A polícia segue com as buscas e pede que qualquer informação sobre o paradeiro dele seja repassada às autoridades. Para entrar em contato com a corporação e contribuir com as investigações, basta ligar para o telefone 197. Não é necessário se identificar.

Moradora de Minas Gerais, a sogra de Alex estava vivendo com a filha há alguns meses e ajudava nos cuidados com a neta. Andreia e Alex Cruz estavam juntos há menos de um ano.

Alex tem antecedentes criminais por homicídio e era monitorado por meio de uma tornozeleira eletrônica. Contudo, antes de cometer os assassinatos e o estupro, ele teria rompido o equipamento eletrônico.

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