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Entorno e Goiás

Amarradas e enforcadas: quem são mãe e filha mortas dentro de casa

O caso é tratado pela PCGO como duplo feminicídio, violência doméstica e cárcere privado. Crime bárbaro ocorreu em Luziânia (GO), no Entorno

14/05/2025 13:30, atualizado 14/05/2025 13:40
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Reprodução
andreia de araujo marinho

As duas mulheres brutalmente assassinadas na madrugada desta quarta-feira (14/5), no Parque Estrela Dalva IV, em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal, foram identificadas como sendo mãe e filha: Maria José de Araújo Marinho, de 65 anos, e Andreia de Araújo Marinho (foto em destaque), 40. As vítimas estavam amarradas com cordas e os corpos apresentavam sinais de enforcamento.

O crime foi cometido pelo marido de Andreia, Alex Brito Alves da Cruz, que, até a última atualização desta reportagem, permanecia foragido. Ele é procurado pelas polícias Militar (PMGO) e Civil de Goiás (PCGO).

Após tirar a vida das duas mulheres, Alex teria dopado e estuprado a enteada, de 10 anos. A garota ainda foi mantida em cárcere privado durante um tempo.

Veja imagens da vítima e do autor do crime:

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Alex era procurado pelo assassinato da esposa e da sogra, em Luziânia (GO)
Maria José de Araújo Marinho foi assassinada pelo genro
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Maria José de Araújo Marinho foi assassinada pelo genro

Foto: Imagens cedidas ao Metrópoles
Alex era procurado pelo assassinato da esposa e da sogra, em Luziânia (GO)
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Alex era procurado pelo assassinato da esposa e da sogra, em Luziânia (GO)

Foto: Reprodução

A PMGO foi acionada por um parente das vítimas, que disse ter ouvido a confissão do crime por Alex. No local, os policiais encontraram também  a enteada do homem trancada em um quarto, dopada e em estado de choque.

O caso é tratado pela PCGO como duplo feminicídio, violência doméstica e cárcere privado.

Alex tem antecedentes criminais por homicídio e era monitorado por meio de uma tornozeleira eletrônica. Contudo, antes de cometer os assassinatos e o estupro, ele teria rompido o item.

Para entrar em contato com a corporação e contribuir com as investigações, basta ligar para o telefone 197. Não é necessário se identificar.