Em ataque orquestrado, dezenas de ônibus são vandalizados no DF. Veja vídeo
Em ação aparentemente orquestrada, dezenas de ônibus foram depredados em regiões do DF. PCDF investiga o caso
atualizado
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Em ação aparentemente articulada, dezenas de ônibus foram atacados e depredados no Distrito Federal, na noite desta quinta-feira (15/1). Vídeos repassados à redação do Metrópoles por motoristas e cobradores mostram pelo menos 20 coletivos manobrando nos arredores da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas). Em todo o DF, pelo menos 57 carros ficaram parcialmente destruídos e não devem sair das garagens nesta sexta-feira (16/1).
Assista:
Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos.
Há relatos de passageiros feridos e de que outras cidades do DF também tiveram ônibus atacados por vândalos.
Demissões e represália
Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana. Uma dessas pessoas seria ligada a um ex-diretor do Sindicato dos Rodoviários, e que atualmente atua como oposição da entidade.
Procurada, a Urbi disse ainda não saber a motivação, mas se manifestou por meio de nota. A empresa repudiou os ataques e confirmou que o ato prejudicará a prestação de serviço nos próximos dias. “Essas ações colocam em risco a vida dos passageiros, integrantes e demais pessoas, além de impactarem diretamente na prestação de um serviço essencial à população, no exercício do direito de ir e vir”, assinalou.
A Urbi ainda ressaltou estar colaborando com a elucidação do crime: “As autoridades competentes foram acionadas imediatamente e a Urbi está colaborando integralmente com as investigações, fornecendo todas as informações necessárias para a apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos”.
A reportagem também tentou contato com o Sindicato dos Rodoviários do DF, mas não obteve resposta até a mais recente atualização deste texto. Encarregada de investigar o caso, a Polícia Civil do DF (PCDF) não informou se alguém havia sido preso. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.








