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Eleições 2022

Aos 95 anos, morador da Asa Norte faz questão de votar: "Todo feliz"

Hélio Mouta mora em Brasília desde 1967 e, desde o início de 2022 estava ansioso para participar do pleito

02/10/2022 16:25, atualizado 02/10/2022 16:52
Aos 95 anos, morador da Asa Norte faz questão de votar: “Todo feliz”
Aos 95 anos, morador da Asa Norte faz questão de votar: “Todo feliz”

Neste domingo (2/10), no primeiro turno das eleições de 2022, aos 95 anos, um morador da Asa Norte, região administrativa do Distrito Federal, fez questão de sair de casa para votar. Hélio Mouta, mesmo em uma cadeira de rodas, foi até a zona eleitoral para participar do pleito.

Acompanhado dos parentes, ele conseguiu acessar a urna sem problemas. A filha Maria Tereza Mouta, 65, afirma que Hélio estava ansioso para votar.

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Hélio Mouta, mesmo em uma cadeira de rodas, foi até a zona eleitoral para participar do pleito.
Acompanhado dos parentes, ele conseguiu acessar a urna sem problemas. A filha Maria Tereza Mouta, 65, afirma que Hélio estava ansioso para votar
Após votar, Hélio "saiu todo feliz" da urna, de acordo com a filha. Ela comenta que a família como um todo é politizada por causa de Hélio
Tereza conta que o pai sempre ensinou a ela e aos irmãos sobre a importância de participar das eleições e exercer o direito ao voto
"Temos uma irmã que veio de Portugal só para votar aqui. E ela já tem mais de 70 anos, ou seja, não seria obrigada. Mas todos nós perpetuamos esse ensinamento dele"
Neste domingo (2/10), no primeiro turno das eleições de 2022, aos 95 anos, um morador da Asa Norte, região administrativa do Distrito Federal
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Neste domingo (2/10), no primeiro turno das eleições de 2022, aos 95 anos, um morador da Asa Norte, região administrativa do Distrito Federal

Maria Regina/Metrópoles
Hélio Mouta, mesmo em uma cadeira de rodas, foi até a zona eleitoral para participar do pleito.
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Hélio Mouta, mesmo em uma cadeira de rodas, foi até a zona eleitoral para participar do pleito.

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Acompanhado dos parentes, ele conseguiu acessar a urna sem problemas. A filha Maria Tereza Mouta, 65, afirma que Hélio estava ansioso para votar
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Acompanhado dos parentes, ele conseguiu acessar a urna sem problemas. A filha Maria Tereza Mouta, 65, afirma que Hélio estava ansioso para votar

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Após votar, Hélio "saiu todo feliz" da urna, de acordo com a filha. Ela comenta que a família como um todo é politizada por causa de Hélio
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Após votar, Hélio "saiu todo feliz" da urna, de acordo com a filha. Ela comenta que a família como um todo é politizada por causa de Hélio

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Tereza conta que o pai sempre ensinou a ela e aos irmãos sobre a importância de participar das eleições e exercer o direito ao voto
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Tereza conta que o pai sempre ensinou a ela e aos irmãos sobre a importância de participar das eleições e exercer o direito ao voto

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"Temos uma irmã que veio de Portugal só para votar aqui. E ela já tem mais de 70 anos, ou seja, não seria obrigada. Mas todos nós perpetuamos esse ensinamento dele"
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"Temos uma irmã que veio de Portugal só para votar aqui. E ela já tem mais de 70 anos, ou seja, não seria obrigada. Mas todos nós perpetuamos esse ensinamento dele"

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Hélio chegou em Brasília em 1967 e fez parte da primeira turma de advogados formados pelo Ceub, quando o centro universitário ainda era localizado na L2 Sul
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Hélio chegou em Brasília em 1967 e fez parte da primeira turma de advogados formados pelo Ceub, quando o centro universitário ainda era localizado na L2 Sul

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“Desde o início do ano, ele perguntava todo dia se estava perto do dia do pleito”, diz. Segundo ela, a questão da acessibilidade foi tranquila. “Quando chegamos, viram ele que é cadeirante e ele nem entrou na fila, passou na frente. Foi prioridade”, disse.

Após votar, Hélio “saiu todo feliz” da urna, de acordo com a filha. Ela comenta que a família como um todo é politizada por causa de Hélio.

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Tereza conta que o pai sempre ensinou a ela e aos irmãos sobre a importância de participar das eleições e exercer o direito ao voto. “Temos uma irmã que veio de Portugal só para votar aqui. E ela já tem mais de 70 anos, ou seja, não seria obrigada. Mas todos nós perpetuamos esse ensinamento dele”.

Hélio chegou em Brasília em 1967 e fez parte da primeira turma de advogados formados pelo Ceub, quando o centro universitário ainda era localizado na L2 Sul.