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Distrito Federal

Corpo de operário morto em obra da Lotus levou 5h para ser retirado

A ocorrência foi registrada por volta das 14h dessa terça (16/6) na 116 Sul. A última viatura que atuou no caso deixou o espaço às 19h

17/06/2026 05:00, atualizado 17/06/2026 09:07
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Corpo de operário morto em obra da Lotus levou 5h para ser retirado

O trabalho em volta do acidente que resultou na morte de Genilson dos Santos Abreu, aos 49 anos, em uma obra da construtora Lotus na 116 Sul, nesta terça-feira (16/6), demorou cerca de cinco horas para ser concluído.

O Corpo de Bombeiros (CBMDF) foi acionado por volta das 14h para a ocorrência. Apesar dos esforços, quando as equipes chegaram no local, Genilson já estava sem os sinais vitais e teve o óbito  declarado por um médico da corporação.

Em seguida, os trabalhos se voltaram para a remoção tanto da máquina quanto da terra que estavam por cima do corpo da vítima. Uma equipe da área de criminalística da Polícia Civil (PCDF) chegou no canteiro por volta das 16h.

Cerca de uma hora depois, foi a vez do carro do Instituto Médico Legal (IML) estacionar no local.

Porém, para que fosse possível remover o corpo, era necessário retirar a máquina que também estava dentro da vala. Para isso, um caminhão-guincho do CBMDF foi acionado, que demorou cerca de uma hora para encerrar o trabalho, deixando o local por volta das 18h30.

Na sequência, a van do IML deu lugar ao caminhão-guincho e realizou a remoção do corpo de Genilson. A última viatura que atuou na ocorrência deixou o espaço por volta das 19h.

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“A pessoa estava presa dentro de uma vala. Essa vala foi preenchida por terra e sobre a terra estava a máquina ‘BobCat’. Ele estava bem preso pela terra e pelo peso da máquina que estava lateralizada” informou O capitão Jean Charles Meireles, porta-voz do Corpo de Bombeiros
O operador da máquina recebeu atendimento no local
Um trabalhador da obra faleceu ao ser soterrado pela máquina
A obra acontece no bloco H da SQS 116
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado e atendeu à ocorrência
Acidente em obra da Lotus, bloco H da SQS 116
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Acidente em obra da Lotus, bloco H da SQS 116

LUIS NOVA/METRÓPOLES (@LuisGustavoNova)
“A pessoa estava presa dentro de uma vala. Essa vala foi preenchida por terra e sobre a terra estava a máquina ‘BobCat’. Ele estava bem preso pela terra e pelo peso da máquina que estava lateralizada” informou O capitão Jean Charles Meireles, porta-voz do Corpo de Bombeiros
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“A pessoa estava presa dentro de uma vala. Essa vala foi preenchida por terra e sobre a terra estava a máquina ‘BobCat’. Ele estava bem preso pela terra e pelo peso da máquina que estava lateralizada” informou O capitão Jean Charles Meireles, porta-voz do Corpo de Bombeiros

LUIS NOVA/METRÓPOLES (@LuisGustavoNova)
O operador da máquina recebeu atendimento no local
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O operador da máquina recebeu atendimento no local

LUIS NOVA/METRÓPOLES (@LuisGustavoNova)
Um trabalhador da obra faleceu ao ser soterrado pela máquina
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Um trabalhador da obra faleceu ao ser soterrado pela máquina

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A obra acontece no bloco H da SQS 116
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A obra acontece no bloco H da SQS 116

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O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado e atendeu à ocorrência
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O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado e atendeu à ocorrência

Michael Melo/Metrópoles
 (@michaelmelo)

Entenda o caso

  • O soterramento foi registrado na tarde desta terça-feira (16/6), por volta das 14h;
  • Ao chegar ao local, o Corpo de Bombeiros (CBMDF) encontrou a vítima já morta;
  • O capitão Jean Charles Meireles, porta-voz do Corpo de Bombeiros informou que a equipe encontrou a vítima praticamente soterrada. “A pessoa estava presa dentro de uma vala. A vala foi preenchida por terra e sobre a terra estava a máquina ‘BobCat’. Ele estava bem preso pela terra e pelo peso da máquina que estava lateralizada”, informou durante entrevista à imprensa;
  • Sete viaturas e o helicóptero da corporação foram deslocados para o resgate.
  • Uma morte foi registrada e não houve feridos.

Genilson atuava como operário da construção civil na obra por meio da empresa terceirizada Antera Construtora, que prestava serviços à Lotus.

Segundo a empresa, ele exercia a função havia cerca de cinco anos. “Genilson nunca apresentou qualquer conduta que o desabonasse em seu ambiente de trabalho. As circunstâncias do ocorrido serão apuradas pelos órgãos competentes”, informou a construtora.

A Lotus manifestou pesar pela morte do trabalhador e informou que está prestando assistência à família da vítima. Morador do Jardim Ingá (GO), Genilson deixa esposa e dois filhos.

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