Comandante dos Bombeiros lamenta morte de militar: “Fatalidade”

Soldado Marizelli Armelinda Dias foi atingida por galho de árvore e acabou eletrocutada após queda de fiação de alta tensão durante incêndio

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atualizado 16/09/2019 6:47

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, coronel Carlos Emilson, lamentou a morte da soldado da corporação Marizelli Armelinda Dias e classificou o incidente como uma “fatalidade”. A mulher de 31 anos foi atingida, neste domingo (15/09/2019), por um galho e acabou eletrocutada pela fiação de alta tensão enquanto atendia uma ocorrência de incêndio na QNL 2, em Taguatinga, próximo à Super Adega.

Segundo o comandante, a soldado foi integrada recentemente à corporação e tinha o treinamento necessário para o serviço, além de portar todos os equipamentos de proteção necessários para a ocorrência.

“Eu participei da formatura dela e é difícil falar. Estava equipada e bem treinada, já que temos procedimentos rigorosos. São aquelas coisas que não dão para entender. Foi uma fatalidade”, lamentou o coronel Emilson.

O comandante informou que toda a guarnição foi atendida por um capelão, recebeu auxílio-psicológico e do subcomandante do Corpo de Bombeiros. Em seguida, por causa do abalo emocional, todos foram dispensados do serviço e outra companhia ficou responsável pela área de Taguatinga Norte.

“É uma situação bem pesada, por mais que a gente se prepare para isso”, declarou o comandante.

Coronel Emilson afirma que todas as providências durante o socorro à Marizelli foram tomadas, o que incluiu a disponibilização de um helicóptero que acabou não sendo usado. A corporação também está dando auxílio para a família. A militar deixou dois filhos: um menino e uma menina.

As informações sobre o velório da soldado ainda não foram divulgadas.

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