Cliente compra Iphone de quase R$ 5 mil e recebe bolinhas de gude no DF.
A vítima informou que tentou fazer o reembolso do aparelho, mas mesmo após meses devolução, não recebeu o dinheiro de volta

Um morador de Planaltina foi vítima de um golpe depois de comprar um celular, do modelo Iphone 16, em um site na Internet. O aparelho custou R$ 4.588,20, e foi pago via Pix. Quando a entrega chegou, o consumidor teve uma surpresa: No lugar do telefone, o cliente recebeu bolinhas de gude e um hand spinner.
Veja o produto recebido pelo comprador
De acordo com a vítima, que preferiu não se identificar, a compra seria para substituir o antigo aparelho que havia sido furtado. A encomenda chegou lacrada e não tinha motivos para suspeitar de qualquer irregularidade no produto.
“Ao abrir a encomenda que estava lacrada, o aparelho não estava lá. Na caixa estavam apenas bolinhas de gude e um brinquedo, um hand spinner colado com cola quente“, descreveu.
Diante do caso, a vítima registrou um boletim de ocorrência na 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina) e realizou a devolução do pacote, seguindo as orientações do próprio site onde a compra foi efetuada, a Amazon.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFProblemas reembolso
Segundo o comprador, o celular foi adquirido em 2 de abril, e a entrega foi feita dois dias depois. Durante os meses de tentativa de devolução, a vítima conta que o aplicativo da o aplicativo da Amazon teria apresentado informações diferentes sobre o andamento do caso.
Em determinados momentos, a plataforma indicava que a devolução havia sido recebida, em outros, informava que o pacote teria sido perdido durante o transporte.
Como o problema ainda não foi resolvido, a vítima decidiu procurar a reportagem. Em nota enviada ao Metrópoles, a Amazon informou que está apurando o caso.
“A Amazon lamenta o ocorrido e informa que está apurando internamente o caso”, pontuou a empresa.
Cartão emprestado
Além de permanecer sem o aparelho, o consumidor ficou sem o dinheiro pago pelo iPhone. Para não ficar sem celular, ele relatou que precisou pedir um cartão de crédito emprestado para comprar outro aparelho.
“Comprei um celular de modelo inferior para substituir o meu celular que foi furtado e o que não chegou”, lamentou.

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O morador de Planaltina contou que procurou o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do DF (Procon-DF), e foi informado que deveria tentar resolver o problema judicialmente.
“Estou ajuizando a ação no Juizado Especial Cível do TJDFT, por não conseguir resolver de nenhuma outra maneira”, finalizou.







