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Distrito Federal

Militar que morreu atropelado por ônibus no Lago Sul deixa três filhos

Maurício de Almeida trabalhava no Colégio Militar de Brasília e, de acordo com colega, tinha voltado a pedalar há pouco tempo

20/08/2018 09:47, atualizado 20/08/2018 16:31
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Militar que morreu atropelado por ônibus no Lago Sul deixa três filhos

Um ciclista foi atropelado por um ônibus no começo da manhã desta segunda-feira (20/8). O acidente ocorreu na ciclofaixa da QL 6 do Lago Sul, na altura do centro comercial Gilberto Salomão. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu no Instituto Hospital de Base (IHB).

Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, o tenente-coronel do Exército Maurício da Cruz Carneiro de Almeida, 43 anos, estava em parada cardiorrespiratória. Os socorristas conseguiram reanimá-lo e o levaram, em estado grave, para IHB, a maior unidade de saúde do Distrito Federal.

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Maurício foi atropelado por um coletivo da Urbi, placa OVO 0478-DF, conduzido por Wesley da Silva Pereira Lopes, 37. O ônibus fazia a linha Paranoá-Núcleo Bandeirante e estava com aproximadamente 40 passageiros na hora do acidente. Nenhum dos ocupantes do veículo se feriu ou necessitou de transporte para atendimento médico.

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O acidente ocorreu na ciclovia da QL 6 do Lago Sul, na altura do Gilberto Salomão
Maurício foi atropelado por um ônibus da Urbi, placa OVO 0478-DF, conduzido por Wesley da Silva Pereira Lopes, 37
Nenhum dos ocupantes do veículo se feriu ou necessitou de transporte para atendimento médico
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Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, Maurício da Cruz Carneiro de Almeida, 43 anos, estava tendo parada cardiorrespiratória
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Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, Maurício da Cruz Carneiro de Almeida, 43 anos, estava tendo parada cardiorrespiratória

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O acidente ocorreu na ciclovia da QL 6 do Lago Sul, na altura do Gilberto Salomão
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O acidente ocorreu na ciclovia da QL 6 do Lago Sul, na altura do Gilberto Salomão

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Maurício foi atropelado por um ônibus da Urbi, placa OVO 0478-DF, conduzido por Wesley da Silva Pereira Lopes, 37
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Maurício foi atropelado por um ônibus da Urbi, placa OVO 0478-DF, conduzido por Wesley da Silva Pereira Lopes, 37

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Nenhum dos ocupantes do veículo se feriu ou necessitou de transporte para atendimento médico
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Corpo de Bombeiros/Divulgação
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Muito abalado, o condutor disse que tentou desviar de um carro, invadiu a ciclovia e atropelou o militar. Segundo Wesley, o socorro teria demorado cerca de 20 minutos para chegar ao local. “Enquanto isso, eu mesmo tentei reanimá-lo com massagem cardíaca”, disse.

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Maurício trabalhava como instrutor de alunos do ensino fundamental do Colégio Militar de Brasília, na Asa Norte, há três anos e meio. O subcomandante da instituição, coronel Rolszt, disse que a vítima deixa esposa e três filhos, duas meninas e um menino.

A filha do meio, inclusive, estuda no oitavo ano do ensino fundamental do Colégio Militar de Brasília. O tenente-coronel Maurício era natural de Foz do Iguaçu, no Paraná. “Honestidade e respeito são algumas características que ele possuía, pois eram necessárias ao cargo ao qual ocupava”, destacou Rolszt.

O instrutor morava no Lago Sul com a família. Após saberem da tragédia, muitos colegas e a direção do CMB foram prestar apoio aos parentes.

Um dos funcionários do colégio contou que o militar tinha voltado a pedalar recentemente. Até as 15h desta segunda (20), o corpo da vítima ainda não tinha sido liberado pelo Instituto Médico Legal (IML). O velório e o sepultamento ainda não foram marcados. A instituição de ensino deve fazer uma homenagem a Maurício.

Para a ocorrência, foram deslocadas três viaturas e um helicóptero (Resgate 2), além de 14 bombeiros militares. As duas faixas da esquerda ficaram fechadas para o fluxo de carros durante o atendimento.

Revitalização
Ao Metrópoles, Renata Florentino, uma das representantes da ONG Rodas da Paz, afirmou que a ciclofaixa do Lago Sul precisa de revitalização. “A do Lago Norte ganhou tachões e sinalização nova, além de a velocidade da pista ter sido reduzida. Ainda não tem previsão de melhorias no Lago Sul”, disse. Questionado, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) não respondeu às críticas até a última atualização da reportagem.

De acordo com dados do Departamento de Trânsito (Detran), pelo menos 13 ciclistas morreram este ano no Distrito Federal.

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