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Distrito Federal

Briga entre alunos termina com facada em escola do DF. Vítima passa bem

Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que a briga teria começado dentro de sala de aula. Polícia não divulgou detalhes do caso

Repórter de Distrito Federal24/11/2022 13:50, atualizado 25/11/2022 07:19
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Reprodução/Google Street View
Fachada CEF 4 Taguatinga

Um estudante de 15 anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 4 de Taguatinga foi esfaqueado por um colega, de 16 anos, após uma briga na escola. O caso ocorreu por volta das 8h20 dessa quarta-feira (23/11).

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) informou que o agressor golpeou a vítima na perna, na altura da coxa. O adolescente recebeu atendimento e foi levado para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), consciente, orientado e estável.

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Segundo levantamento realizado pelo Metrópoles, levando em consideração dados da Polícia Civil do Distrito Federal obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, até 7 de abril foram registradas 581 ocorrências de crimes praticados em ambientes escolares, o que representa cinco situações por dia
O estudo identificou ainda que, em cinco anos, foram registados mais de 10 mil casos de violência dentro de faculdades e escolas da capital. Os anos de 2018 e 2019, por exemplo, apresentaram os maiores índices do período, com 3.540 e 3.198 registros, respectivamente
Em 2020, durante o período de isolamento social devido à pandemia da Covid-19, houve uma redução no número de crimes. Já em 2022, no entanto, os casos voltaram a subir
Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade das ocorrências foram em escolas públicas, seguida de colégios e faculdades particulares. Cidades como Ceilândia, Taguatinga e Brasília tiveram a maior taxa de violência registrada
Entre os principais tipos de crime estão: furtos, ameaças, injúria e lesão corporal. No que se refere ao gênero das vítimas, as mulheres são as mais atingidas, em 49% das ocorrências. Homens representam 39,5% dos números
O comportamento dos alunos após o retorno às aulas presenciais tem acendido alerta no país. No Distrito Federal, por exemplo, o início do ano letivo de 2022 foi marcado por violência em diversos centros de educação
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O comportamento dos alunos após o retorno às aulas presenciais tem acendido alerta no país. No Distrito Federal, por exemplo, o início do ano letivo de 2022 foi marcado por violência em diversos centros de educação

GeorgiaCourt/ Getty Images
Segundo levantamento realizado pelo Metrópoles, levando em consideração dados da Polícia Civil do Distrito Federal obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, até 7 de abril foram registradas 581 ocorrências de crimes praticados em ambientes escolares, o que representa cinco situações por dia
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Segundo levantamento realizado pelo Metrópoles, levando em consideração dados da Polícia Civil do Distrito Federal obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, até 7 de abril foram registradas 581 ocorrências de crimes praticados em ambientes escolares, o que representa cinco situações por dia

SSPDF/Divulgação
O estudo identificou ainda que, em cinco anos, foram registados mais de 10 mil casos de violência dentro de faculdades e escolas da capital. Os anos de 2018 e 2019, por exemplo, apresentaram os maiores índices do período, com 3.540 e 3.198 registros, respectivamente
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O estudo identificou ainda que, em cinco anos, foram registados mais de 10 mil casos de violência dentro de faculdades e escolas da capital. Os anos de 2018 e 2019, por exemplo, apresentaram os maiores índices do período, com 3.540 e 3.198 registros, respectivamente

Reprodução
Em 2020, durante o período de isolamento social devido à pandemia da Covid-19, houve uma redução no número de crimes. Já em 2022, no entanto, os casos voltaram a subir
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Em 2020, durante o período de isolamento social devido à pandemia da Covid-19, houve uma redução no número de crimes. Já em 2022, no entanto, os casos voltaram a subir

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Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade das ocorrências foram em escolas públicas, seguida de colégios e faculdades particulares. Cidades como Ceilândia, Taguatinga e Brasília tiveram a maior taxa de violência registrada
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Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade das ocorrências foram em escolas públicas, seguida de colégios e faculdades particulares. Cidades como Ceilândia, Taguatinga e Brasília tiveram a maior taxa de violência registrada

Reprodução
Entre os principais tipos de crime estão: furtos, ameaças, injúria e lesão corporal. No que se refere ao gênero das vítimas, as mulheres são as mais atingidas, em 49% das ocorrências. Homens representam 39,5% dos números
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Entre os principais tipos de crime estão: furtos, ameaças, injúria e lesão corporal. No que se refere ao gênero das vítimas, as mulheres são as mais atingidas, em 49% das ocorrências. Homens representam 39,5% dos números

GeorgiaCourt/ GettyImages
Em março deste ano, a violência assustou pais e alunos de escolas públicas. Em menos de uma semana, ocorreram ao menos quatro casos de brigas violentas em instituições de ensino. Em dois deles, estudantes chegaram a ser esfaqueados
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Em março deste ano, a violência assustou pais e alunos de escolas públicas. Em menos de uma semana, ocorreram ao menos quatro casos de brigas violentas em instituições de ensino. Em dois deles, estudantes chegaram a ser esfaqueados

Reprodução
Em abril, imagens de uma mulher sacando uma arma e apontando para uma aluna durante briga na porta da escola chocou internautas e desesperou pais, professores e a própria comunidade
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Em abril, imagens de uma mulher sacando uma arma e apontando para uma aluna durante briga na porta da escola chocou internautas e desesperou pais, professores e a própria comunidade

Reprodução
Recentemente, outra filmagem de briga em escola passou a circular nas redes sociais. No vídeo, um rapaz agride uma estudante com tapas e puxões de cabelo dentro da sala de aula. Imagens foram feitas pelas câmeras de segurança da escola
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Recentemente, outra filmagem de briga em escola passou a circular nas redes sociais. No vídeo, um rapaz agride uma estudante com tapas e puxões de cabelo dentro da sala de aula. Imagens foram feitas pelas câmeras de segurança da escola

Reprodução
Após os casos, o Governo do Distrito Federal criou um plano de emergência para coibir violência nas escolas. O projeto envolve as secretarias de Educação, da Segurança Pública, da Saúde, da Juventude, Esporte e Justiça e deve ser implementado até junho
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Após os casos, o Governo do Distrito Federal criou um plano de emergência para coibir violência nas escolas. O projeto envolve as secretarias de Educação, da Segurança Pública, da Saúde, da Juventude, Esporte e Justiça e deve ser implementado até junho

Hugo Barreto/Metrópoles
Entre as medidas estão distribuição de cartilha sobre convivência, apresentação de palestras educativas e atividades culturais, a começar por escolas com maiores índices de violência
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Entre as medidas estão distribuição de cartilha sobre convivência, apresentação de palestras educativas e atividades culturais, a começar por escolas com maiores índices de violência

Constantinis/ Getty Images

A confusão teria começado dentro da sala de aula, segundo a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF). Depois, os gestores da escola acionaram os bombeiros, que levaram o jovem esfaqueado para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT).

A vítima contou à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) que o colega queria roubar seu celular. O agressor diz que o colega atingido havia xingado sua mãe no dia anterior e que, por isso, levou a faca no dia seguinte, para “acertar as contas”.

O estudante esfaqueado passa bem, e o caso é investigado pela Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) 2. Nem a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) nem a SEDF divulgaram a motivação da briga ou a identidade do agressor.

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