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Distrito Federal

Após mais de um mês fechado, Zoo de Brasília reabre. Veja horários

O funcionamento será mantido das 8h30 às 17h, com a bilheteria funcionando até 16h. Zoo ficou fechado após casos de gripe aviária

Samara Schwingel07/07/2025 06:23
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Após mais de um mês fechado, Zoo de Brasília reabre. Veja horários

Após mais de um mês fechado por causa de casos de gripe aviária, o Zoológico de Brasília reabre as portas para o público nesta segunda-feira (7/7). Durante todo o mês de julho, devido às férias escolares, o zoo irá abrir todos os dias da semana.

A entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Aos domingos, o ingresso é gratuito, como parte do programa Lazer para Todos.

A reabertura seguirá normas de biosseguridade adotadas pela equipe do zoológico e inclui medidas reforçadas para proteção dos animais e do ambiente.


O que aconteceu

  • O zoo foi interditado em 28 de maio após um irerê e um pombo serem encontrados mortos.
  • Nesse caso, nenhum dos animais fazia parte do plantel do zoo, mas o local foi fechado, e amostras, coletadas.
  • Poucos dias depois veio a confirmação de que o irerê estava infectado com a H5N1.
  • A interdição foi estendida para 13 de junho. Porém, um dia antes, uma nova suspeita de gripe aviária foi identificada.
  • Dessa vez, um emu — ave de origem australiana — do plantel do zoo apresentou sintomas compatíveis com a doença.
  • Devido à evolução do quadro, o animal foi sacrificado, e amostras dele foram encaminhadas para análise.
  • Em 16 de junho, um laudo técnico confirmou a presença do vírus da gripe aviária no emu.

Técnicos da Secretaria de Agricultura (Seagri-DF) continuarão realizando ações de vigilância e monitoramento no entorno do zoológico, especialmente devido à presença de aves migratórias no território.

Irerê e Emu

A decisão de reabrir o zoológico levou em conta a estabilidade do cenário epidemiológico e a ausência de novos casos da doença no DF.

As amostras do irerê e do emu — os dois animais diagnosticados com a H5N1 — foram analisadas e indicaram que os vírus detectados apresentam semelhança com linhagens registradas na América do Norte, o que, segundo o GDF, sugere introdução por rotas migratórias.

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